sábado, 27 de junho de 2026

Trump promete apoio à soberania, economia e forças armadas do Líbano

Trump promete apoio à soberania, economia e forças armadas do Líbano

Os EUA reafirmam o seu compromisso em ajudar a implementar o acordo-quadro patrocinado pelos EUA entre o Líbano e Israel.

O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu apoio à soberania, à economia e às forças armadas do Líbano durante uma ligação com o presidente libanês, Joseph Aoun, de acordo com a presidência libanesa.

A presidência informou que Trump parabenizou Aoun pela assinatura de um acordo-quadro patrocinado pelos EUA entre o Líbano e Israel e reafirmou o apoio de Washington ao Líbano e ao seu povo.

Trump disse que os EUA continuarão a ajudar a implementar o acordo e a restaurar a segurança e a estabilidade no Líbano.
Ele também enfatizou o apoio dos EUA à soberania, independência e integridade territorial do Líbano, bem como aos esforços para estender a autoridade do Estado por todo o território libanês através das forças armadas do país.

Trump também prometeu apoio à economia do Líbano e às suas "forças de segurança legítimas", afirmando que Washington não poupará esforços para ajudar o Líbano a recuperar o seu papel regional e internacional.
Aoun agradeceu a Trump pelo apoio à "autoridade legítima" e às instituições estatais do Líbano, em particular ao exército.

O presidente libanês declarou que Beirute assumirá as suas responsabilidades na implementação do acordo-quadro e expressou a esperança de que Washington ajude a evitar violações e a garantir que todos os compromissos sejam cumpridos.

Ele também instou os EUA a pressionarem Israel a retirar-se dos territórios que ainda ocupa no sul do Líbano, a fim de facilitar o envio do exército libanês até a fronteira internacional.

A presidência acrescentou que Trump expressou o desejo de se encontrar com Aoun em breve em Washington.

FONTE: TRT World & Agências

Venezuela registra dezenas de réplicas após terremotos históricos; forte abalo de 4.9 na costa de Aragua renova alertas

Venezuela registra dezenas de réplicas após terremotos históricos; forte abalo de 4.9 na costa de Aragua renova alertas

Três dias após o duplo terremoto devastador que atingiu o norte da Venezuela, o país enfrenta uma sequência ininterrupta de abalos secundários que mantém a população em alerta máximo e desafia as operações de socorro. Na tarde deste sábado (27), por volta das 15h20 (horário local), um novo sismo de magnitude 4.9 foi registrado pelo Centro Sismológico Euro-Mediterrâneo (EMSC) na costa do estado de Aragua, sendo sentido com nitidez em Caracas, Maracay e La Guaira.

Este novo tremor é apenas um entre os mais de 30 abalos secundários catalogados pela Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis) e pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) desde a última quarta-feira (24), quando dois terremotos principais de magnitude 7.2 e 7.5 abalaram a região de forma inédita.

Cenário de Crise e Efeito Cumulativo

Especialistas e engenheiros estruturais alertam que o principal perigo das réplicas atuais, mesmo as de moderada intensidade (faixa de 4.0 a 5.0), reside no efeito cumulativo. Estruturas residenciais, prédios públicos e encostas que sofreram microfissuras ou danos graves nos primeiros abalos estão sob risco iminente de colapso a cada novo tremor.

As autoridades de Defesa Civil reforçaram a orientação para que os moradores evacuem imediatamente edificações que apresentem novas rachaduras ou ruídos estruturais.

Balanço Humanitário

O balanço oficial das vítimas da tragédia continua a subir à medida que as equipes de resgate removem os escombros. Até o momento:
 
Vítimas fatais: Mais de 1.430 mortes foram confirmadas.
 
Feridos: Mais de 3.200 pessoas recebem atendimento médico emergencial.
 
Desaparecidos: Dezenas de milhares de pessoas continuam sendo procuradas por familiares e forças de resgate.

Mobilização Internacional

Uma força-tarefa internacional, composta por equipes de busca e salvamento de diversos países, além de agências humanitárias globais, já está operando em solo venezuelano. O foco das próximas horas continua concentrado na busca por sobreviventes sob as estruturas colapsadas e na montagem de hospitais de campanha para suprir a alta demanda do sistema de saúde local.

As atualizações sobre novos abalos e mapas de risco estão sendo emitidas em tempo real pelos canais oficiais de monitoramento geológico.

Israel e Líbano assinam acordo-quadro histórico em Washington focado em segurança e soberania

Israel e Líbano assinam acordo-quadro histórico em Washington focado em segurança e soberania


Mediado pelos EUA, documento tripartido estabelece zonas-piloto no sul do Líbano sob controle do exército libanês e prevê a criação de um Grupo de Coordenação Militar.

Em um movimento diplomático que promete redefinir a dinâmica de segurança no Oriente Médio, representantes dos governos de Israel e do Líbano assinaram nesta sexta-feira (26), na capital norte-americana, um acordo-quadro trilateral. O documento, mediado diretamente pela administração dos Estados Unidos, estabelece as bases formais para futuras negociações de paz, além de estipular medidas imediatas para a redução da presença militar na fronteira e o fortalecimento da soberania institucional libanesa.

A cerimônia de assinatura ocorreu no Departamento de Estado e foi conduzida pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, contando com a participação da embaixadora do Líbano nos EUA, Nada Hamadeh, e do embaixador israelense, Yechiel Leiter. Rubio classificou o entendimento como "o início do início" de um processo rigoroso e monitorado.

Zonas-piloto e supervisão internacional

O ponto central do acordo-quadro de curto prazo é a implementação imediata de duas "zonas-piloto" de teste na região do sul do Líbano — posicionadas estrategicamente ao norte e ao sul do rio Litani. Nestes perímetros, as Forças de Defesa de Israel (IDF) realizarão uma retirada gradual e limitada de suas posições.

O controle territorial dessas áreas será transferido com exclusividade para as Forças Armadas Libanesas (LAF). Para apoiar a transição e assegurar o cumprimento dos termos de segurança — que incluem o desarmamento de infraestruturas do Hezbollah nesses setores —, conselheiros e oficiais militares dos Estados Unidos atuarão diretamente no terreno através da criação de um inédito Grupo de Coordenação Militar trilateral.

Reações e os desafios à frente

Apesar do otimismo demonstrado pelos diplomatas em Washington, a viabilidade prática do plano enfrentará duras barreiras políticas locais. Em Tel Aviv, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o exército do país manterá posições estratégicas até que as garantias de desarmamento completo do grupo xiita na região sejam cumpridas.

Por outro lado, alas parlamentares ligadas ao Hezbollah no Líbano já manifestaram forte rejeição aos termos, alegando que tentativas de imposição de desarmamento forçado pelas vias sugeridas pelo comitê internacional poderiam desestabilizar a política interna do país.

De acordo com o Departamento de Estado americano, os próximos passos do comitê de coordenação envolvem o detalhamento de cronogramas e o monitoramento estrito das duas zonas de teste, servindo de modelo para um eventual tratado de paz definitivo e duradouro na região.

Ucrânia Garante Retorno de 160 Defensores em Nova Operação de Troca de Prisioneiros

Ucrânia Garante Retorno de 160 Defensores em Nova Operação de Troca de Prisioneiros

A 76ª troca oficial com a Rússia, intermediada com o apoio diplomático dos EUA e dos Emirados Árabes Unidos, eleva o total acumulado para mais de 9,6 mil civis e militares resgatados.

Em uma operação coordenada pelo Quartel-General de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de War, a Ucrânia oficializou o resgate de 160 soldados e oficiais ucranianos que estavam sob cativeiro das forças russas. A ação marca a 76ª troca formal de prisioneiros realizada desde o agravamento das hostilidades. Todos os libertados nesta etapa haviam sido capturados no ano de 2022.

O contingente repatriado inclui uma expressiva parcela de combatentes que integraram a resistência na cidade portuária de Mariupol, somando 115 defensores da região. Entre o grupo geral de 160 repatriados, constam 58 oficiais de patente, além de soldados e sargentos. Em termos demográficos, o combatente mais jovem resgatado completou 26 anos de idade, enquanto o mais idoso tem 66 anos.

Apoio Internacional e Logística Interna

O processo de negociação e intercâmbio foi viabilizado por meio de um esforço de mediação internacional conjunta envolvendo as chancelarias e os governos dos Estados Unidos da América (EUA) e dos Emirados Árabes Unidos (EAU).

Com este novo avanço, o balanço histórico consolidado pelo Quartel-General de Coordenação registra um total de 9.606 militares e civis ucranianos resgatados do cativeiro ao longo de suas operações oficiais.

Estrutura de Defesa e Frentes Atendidas

Os militares devolvidos ao território ucraniano pertencem a diferentes corporações e divisões táticas do aparato de segurança nacional:

Forças Armadas da Ucrânia: Representantes das Tropas Terrestres, Forças de Apoio, Força Aérea, Marinha, Defesa Territorial (TRO), Forças Médicas e unidades especializadas (SHV).

Segurança Institucional e Fronteiras: Integrantes da Guarda Nacional da Ucrânia, do Serviço de Transportes Especiais do Estado e do Serviço de Fronteira Estatal.

Eixo de Atuação: De acordo com os relatórios das forças de defesa, estes combatentes atuaram diretamente nas linhas de frente mais críticas do país, cobrindo as direções estratégicas de Donetsk, Luhansk, Kharkiv, Chernihiv, Zaporizhia, Sumy e Kiev.

Protocolos de Assistência e Reintegração

Seguindo os trâmites regulamentares estabelecidos para o pós-resgate, o governo informou que todos os 160 libertados serão encaminhados imediatamente para:

1. Exames Médicos e Clínicos: Avaliação diagnóstica completa e tratamento de lesões ou patologias decorrentes do aprisionamento.

2. Apoio Psicossocial: Programas de reabilitação projetados para mitigar os impactos do isolamento prolongado.

3. Suporte Financeiro e Legal: Emissão imediata de documentação civil/militar e liberação de benefícios financeiros previstos em lei.

As autoridades ucranianas reiteraram o agradecimento público a todas as agências governamentais, organizações humanitárias e especialistas técnicos envolvidos diretamente nas missões de repatriação.

Ukraine Secures Return of 160 Defenders in New Prisoner Exchange Operation

Ukraine Secures Return of 160 Defenders in New Prisoner Exchange Operation

The 76th official exchange with Russia, mediated with the diplomatic support of the US and the United Arab Emirates, brings the cumulative total to over 9.6 thousand rescued civilians and military personnel.

In an operation coordinated by the Coordinating Headquarters for the Treatment of Prisoners of War, Ukraine has officialized the rescue of 160 Ukrainian soldiers and officers who were held captive by Russian forces. The action marks the 76th formal prisoner exchange carried out since the escalation of hostilities. All those released in this stage had been captured in the year 2022.

The repatriated contingent includes a significant portion of combatants who were part of the resistance in the port city of Mariupol, totaling 115 defenders from the region. Among the overall group of 160 repatriated individuals, there are 58 commissioned officers, in addition to soldiers and sergeants. In demographic terms, the youngest rescued combatant completed 26 years of age, while the oldest is 66.

International Support and Domestic Logistics

The negotiation and exchange process was made possible through a joint international mediation effort involving the foreign ministries and governments of the United States of America (USA) and the United Arab Emirates (UAE).

With this new breakthrough, the historical balance consolidated by the Coordinating Headquarters records a total of 9,606 Ukrainian military personnel and civilians rescued from captivity throughout its official operations.

Defense Structure and Fronts Served

The military personnel returned to Ukrainian territory belong to different corporations and tactical divisions of the national security apparatus:

Armed Forces of Ukraine: Representatives of the Ground Forces, Support Forces, Air Force, Navy, Territorial Defense (TRO), Medical Forces, and specialized units (SHV).

Institutional Security and Borders: Members of the National Guard of Ukraine, the State Special Transport Service, and the State Border Guard Service.

Axis of Operation: According to defense forces reports, these combatants operated directly on the country's most critical front lines, covering the strategic directions of Donetsk, Luhansk, Kharkiv, Chernihiv, Zaporizhia, Sumy, and Kyiv.

Assistance and Reintegration Protocols

Following the regulatory procedures established for post-rescue care, the government informed that all 160 released individuals will be immediately forwarded for:

 1. Medical and Clinical Exams: Complete diagnostic evaluation and treatment of injuries or pathologies resulting from imprisonment.

 2. Psychosocial Support: Rehabilitation programs designed to mitigate the impacts of prolonged isolation.

 3. Financial and Legal Support: Immediate issuance of civil/military documentation and the release of financial benefits provided by law.

Ukrainian authorities reiterated their public gratitude to all government agencies, humanitarian organizations, and technical experts directly involved in the repatriation missions.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Lebanese Ambassador to the US Calls Trilateral Agreement 'First Step' Toward Restoring National Sovereignty

Lebanese Ambassador to the US Calls Trilateral Agreement 'First Step' Toward Restoring National Sovereignty

The Lebanese Ambassador to the United States, Nada Mouawad Hamadé, has issued an official statement following the conclusion of intense negotiation rounds in Washington. In a statement reported by the newspaper L'Orient-Le Jour, the diplomat welcomed the signing of the new framework agreement, asserting that the trilateral model represents a historic and fundamental breakthrough for the country's stability and the consolidation of its borders.

Territorial Restoration and Permanent Ceasefire

Speaking on behalf of Lebanon's top leadership — President Joseph Aoun and Prime Minister Nawaf Salam —, Hamadé highlighted the practical impact the treaty is expected to bring to the national territory.

"The signed trilateral model constitutes a first step toward restoring the sovereignty and territorial integrity of Lebanon," the Ambassador stated.
 
According to her, the core objectives of the signed document are ambitious and focused on civilian well-being: establishing a permanent and definitive ceasefire, securing the necessary conditions for the safe return of thousands of displaced citizens to their lands, and guaranteeing a horizon of peace, security, and prosperity for all Lebanese people.

Diplomatic Effort and Recognition

The Ambassador did not hide the complexity of the debates in the American capital, describing the meeting as "long and difficult." However, she praised the mutual cooperation demonstrated by the delegations and expressed deep gratitude to the United States authorities for hosting and organizing the meetings.

Hamadé attributed the success and viability of this historic milestone to crucial political and institutional factors:

The strategic leadership of U.S. President Donald Trump;

The tenacity and commitment of Lebanese Prime Minister Nawaf Salam;

The profound patriotism demonstrated by the Lebanese Armed Forces in fulfilling their duty of national defense.

The statement solidifies Beirut's official stance that the treaty serves as an indispensable foundation for reclaiming full government autonomy over southern Lebanon and stabilizing regional relations.

Source: L'Orient-Le Jour

Israel, Lebanon, and the United States Sign Historic Framework Agreement in Washington

Israel, Lebanon, and the United States Sign Historic Framework Agreement in Washington

In a major diplomatic breakthrough, the governments of Israel and Lebanon, mediated by the United States, signed a framework agreement this Friday in the American capital. Although the specific contents of the document have not been disclosed, the parties publicly stated that the treaty's primary objective is to pave the way for "lasting peace and security" in the region.

The announcement was made by U.S. Secretary of State Marco Rubio moments before the signing ceremony.

"We are pleased to announce a framework agreement between the sovereign government of Lebanon and the government of Israel, with the mediation and support of the United States," Rubio stated, emphasizing that the pact establishes a foundation for long-term regional stability.
 
A Milestone in Bilateral Relations

The agreement is the culmination of a diplomatic effort that gained momentum in mid-April, when Lebanon and Israel initiated direct talks in Washington under the auspices of the White House. These marked the first direct discussions in decades between the two nations, which technically remain in a state of war.

While the technical details and clauses remain confidential, analysts point out that the signing of this framework agreement represents a formal and crucial step toward consolidating future bilateral peace negotiations, solidifying the role of the United States as a key mediator in the Middle East.