quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

 O alto preço das passagens de transporte público pode ter um impacto profundo na vida dos usuários, afetando diversas áreas:


Impactos na vida do usuário:


Restrição de mobilidade:


Passagens caras limitam a capacidade das pessoas de se deslocarem pela cidade, dificultando o acesso a empregos, educação, serviços de saúde e lazer.


Aumento do custo de vida:


O transporte público é uma despesa essencial para muitas pessoas, e o aumento das tarifas pode comprometer uma parcela significativa do orçamento familiar.


Exclusão social:


Pessoas de baixa renda são as mais afetadas pelo alto custo das passagens, o que pode levar à exclusão social e à dificuldade de participação na vida da cidade.


Impacto no emprego:


Empregos distantes podem se tornar inacessíveis devido ao alto custo do transporte, limitando as oportunidades de trabalho.


Impacto na educação:


Estudantes podem ter dificuldade em frequentar escolas e universidades, o que pode prejudicar seu desenvolvimento educacional.


Impacto na saúde:


O acesso a serviços de saúde pode ser dificultado, o que pode levar a problemas de saúde não tratados.


Estudos e estatísticas:


Impactos das tarifas na demanda:


Estudos demonstram que o aumento das tarifas pode levar à diminuição da demanda por transporte público, especialmente entre pessoas de baixa renda.


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) possui estudos que analisam os efeitos da variação das tarifas e da renda da população sobre a demanda de transporte público coletivo urbano no Brasil.


Exclusão social e imobilidade:


Pesquisas apontam que o alto custo do transporte público contribui para a exclusão social e a imobilidade, especialmente em áreas periféricas das grandes cidades.


O site educação e território apresenta um artigo que fala sobre o aumento da tarifa do transporte público e a imobilidade e exclusão social nas cidades brasileiras.


Custo de vida e orçamento familiar:


Estatísticas mostram que o transporte público representa uma parcela significativa do orçamento familiar, especialmente para pessoas de baixa renda.


O site Mises Brasil apresenta um artigo que trata sobre o transporte público e o alto preço das passagens.


Impacto no emprego e na educação:


Estudos indicam que o alto custo do transporte público pode limitar as oportunidades de emprego e educação, especialmente para jovens e pessoas de baixa renda.


O alto preço das passagens de transporte público é um problema complexo que exige soluções abrangentes, como subsídios governamentais, tarifas sociais e investimentos em infraestrutura.


É fundamental que as políticas de transporte público levem em consideração o impacto das tarifas na vida dos usuários, especialmente os mais vulneráveis.

Carta de Santa Inês

A recente constatação da situação precária da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Nações, em Balneário Camboriú, expõe uma realidade que transcende os limites geográficos de um único bairro. A fragilidade do sistema de saúde local, evidenciada pela reportagem do Jornal do Almoço, lança luz sobre a urgência de repensarmos a gestão e o aproveitamento dos recursos disponíveis. Nesse contexto, a estrutura abandonada do antigo Hospital Santa Inês emerge como um ponto nevrálgico, um chamado à ação.


A reativação do Hospital Santa Inês não se resume a uma mera questão de reforma predial; trata-se de um imperativo social. A estrutura, outrora dedicada ao cuidado e à cura, jaz ociosa, enquanto a população clama por serviços de saúde dignos e eficientes. A reutilização desse espaço representa uma oportunidade ímpar de fortalecer a infraestrutura de saúde local, desafogando as unidades existentes e ampliando a oferta de serviços especializados.


A análise custo-benefício da reativação do hospital revela-se inquestionável. A reutilização da estrutura existente configura-se como uma alternativa mais econômica e ágil do que a construção de um novo complexo hospitalar. Além disso, a reativação do Santa Inês impulsionaria a economia local, gerando empregos e atraindo investimentos para a região.


A pandemia de COVID-19 escancarou as deficiências do sistema de saúde global, evidenciando a necessidade de investimentos robustos em infraestrutura e pessoal. A reativação do Hospital Santa Inês configura-se como uma resposta concreta a essa demanda, um passo fundamental para a construção de um sistema de saúde mais resiliente e preparado para os desafios do futuro.


Diante da complexidade da situação, a ação coordenada dos governos municipal, estadual e federal revela-se imprescindível. A união de esforços e a busca por soluções inovadoras são os pilares para transformar o antigo hospital em um centro de referência em saúde, um farol de esperança para a comunidade.


A reativação do Hospital Santa Inês transcende os limites de um projeto isolado; trata-se de um símbolo de compromisso com a saúde e o bem-estar da população. É um convite à reflexão: que legado queremos deixar para as futuras gerações? Um prédio abandonado, ou um centro de saúde vibrante, que irradia cuidado e esperança? A escolha é nossa.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

"Naming rights" é um tema interessante e em ascensão. 

Livros e recursos recomendados para ajudar a entender melhor esse conceito - onde encontrar? 

"Livros:

- Naming Rights de Bens Públicos: Este livro, de Felipe Sampaio, explora a comercialização de "naming rights" no setor público, definindo limites e parâmetros para essa prática. É um material valioso para quem se interessa pela aplicação desse conceito em bens públicos.

- O Poder do Naming: Como criar nomes de sucesso para sua empresa, marca ou produto: Este livro, de Igor Pinterich, aborda o tema de forma mais ampla, explicando como criar nomes de sucesso para empresas, marcas e produtos. Embora não se concentre exclusivamente em "naming rights", ele oferece informações valiosas sobre o processo de criação de nomes.

Recursos online: Além dos livros, existem artigos e estudos acadêmicos que abordam o tema. Um exemplo é o artigo "Naming rights: a nova fronteira da Propriedade Intelectual" que aborda os segredos desse tipo de negocio.

Há também o trabalho acadêmico "NAMING RIGHTS: O HISTÓRICO E OS DESAFIOS NO BRASIL" de Rener Henrique Pinheiro, que pode ser encontrado online, e que aborda o tema no contexto do Brasil.".

...

Tinha uma entrevista que fiz em 2016 com André Meirinho onde descobri um pouco como funcionava, infelizmente perdi, eu podia ter muitos defeitos como entrevistador, mas buscava um debate de cidade. Tudo bem que o André Meirinho já estava em 2040, mas muito assunto que se debatia há dez anos é atual hoje. Tem uma fala muito boa dele, na Câmara, falando sobre o uso do naming rights no transporte público. 

A política de tornar a passagem gratuita, eliminar a tarifa, sabe como veio? Pensando em uma forma das pessoas verem a aplicação no dia a dia, um recurso que não iria pesar em seu bolso e que pode trazer benefício para ela. Devo repetir há um bom tempo. Existem outras. A criação de um fundo pensado com este propósito (ou uma política, já que podem exigir que seja do Fundo de Mobilidade Urbana) e o mapeamento dos espaços para licitar seria o primeiro passo. Utilizar os pontos de ônibus pode gerar uma receita que muitos não imaginam (e até obrigar a construírem pontos onde não tem). Pensar o próprio ônibus como possibilidade de gerar receita maior é possível (já existe propaganda nos ônibus, por isto falei que a inclusão do componente naming rights nos contratos por lote de concessão em cidades como São Paulo e Rio garantia uma política duradora)

Ninguém estaria entregando o transporte público para o setor privado que já é gerido por empresas privadas e já possuem propagandas (é apenas uma organização, uma gestão dos recursos), e os contratos serão com o poder público. Em outras palavras, é colocar a Coca-Cola pra pagar a passagem. 

 A implementação de "naming rights" no sistema de transporte público (qual será o primeiro lugar no planeta a eliminar custos de passagem com naming rigths?) pode gerar benefícios que vão além da eliminação ou simples redução do preço das passagens, contribuindo de forma abrangente para a sustentabilidade financeira do sistema. Veja como:


1. Investimentos em Melhorias e Expansão:


A receita gerada pelos "naming rights" pode ser direcionada para investimentos em infraestrutura, como a construção de novas estações, a modernização de terminais e a expansão de linhas.


Esses investimentos podem melhorar a qualidade do serviço, tornando o transporte público mais eficiente, confortável e acessível.


2. Manutenção e Operação:


Os recursos provenientes dos "naming rights" podem ser utilizados para cobrir custos de manutenção e operação do sistema, como a conservação de veículos, a limpeza de estações e a segurança dos usuários.


Isso pode garantir a qualidade e a regularidade do serviço, evitando a deterioração da infraestrutura e a interrupção das operações.


3. Inovação e Tecnologia:


Parte da receita pode ser destinada a projetos de inovação e tecnologia, como a implementação de sistemas de informação ao usuário, aplicativos de mobilidade e soluções de pagamento eletrônico.


Essas iniciativas podem melhorar a experiência do usuário, tornando o transporte público mais moderno e conveniente.


4. Sustentabilidade Ambiental:


Os recursos podem ser investidos em medidas de sustentabilidade ambiental, como a aquisição de veículos elétricos ou híbridos, a instalação de painéis solares em estações e a criação de áreas verdes em terminais.


Essas ações podem reduzir o impacto ambiental do transporte público, tornando-o mais limpo e sustentável.


5. Projetos Sociais:


Parte da receita pode ser destinada a projetos sociais relacionados ao transporte público, como programas de educação para a mobilidade, iniciativas de inclusão social e ações de apoio a comunidades carentes.


Esses projetos podem promover a equidade social e o desenvolvimento comunitário.


Exemplo Prático:


Imagine que uma empresa de tecnologia adquira os "naming rights" de uma estação de metrô. Com os recursos arrecadados, a prefeitura pode instalar painéis informativos digitais, oferecer Wi-Fi gratuito aos usuários e implementar um sistema de monitoramento em tempo real da movimentação dos trens.


É fundamental que a gestão dos recursos provenientes dos "naming rights" seja transparente e responsável, com a participação da sociedade civil no acompanhamento dos investimentos.


A implementação dos "naming rights" deve ser parte de uma estratégia abrangente de sustentabilidade financeira do transporte público, que inclua outras fontes de receita e medidas de eficiência.


Ao explorar o potencial dos "naming rights" de forma inteligente e estratégica, é possível fortalecer o sistema de transporte público, tornando-o mais sustentável, eficiente e benéfico para toda a população.

 A proposta de Rocha Silva para tornar o transporte público gratuito no Brasil utiliza o conceito de "naming rights", que permite que empresas comprem o direito de dar seus nomes a espaços públicos, como estações de metrô, pontos de ônibus, entre outros elementos. Os recursos obtidos com a venda desses direitos seriam destinados a um fundo específico para subsidiar o transporte público, reduzindo ou eliminando o custo das tarifas para os usuários.


Como funcionaria:


Venda de nomes: Empresas privadas comprariam o direito de nomear estações, pontos de ônibus e linhas de transporte.


Receita para subsídios: O dinheiro arrecadado seria usado para pagar parte dos custos do transporte público.


Regulamentação e licitação: O processo seria regulamentado e a venda dos direitos seria feita por meio de licitação pública, garantindo transparência.


Contratos e fundo de subsídio: Contratos definiriam os termos e um fundo específico gerenciaria os recursos.


Benefícios:


Geração de receita adicional para o transporte público.


Visibilidade da marca para as empresas.


Redução do custo das tarifas para os usuários.


Implementação:


Estudos e planejamento detalhados.


Implementação gradual com projetos piloto.


Gestão e monitoramento contínuos.


Transparência e prestação de contas.


Envolvimento da comunidade.


Estações de metrô em São Paulo já adotaram o modelo de "naming rights", porém, em nenhum lugar é utilizado o valor da arrecadação no subsídio do preço da passagem e isto não impede que seja criado outros espacos e fundos. Pode ser implementado o "naming rights" com direcionamento dos recursos obtidos exclusivamente para o custeio da passagem.


É essencial garantir a transparência na aplicação dos recursos e o envolvimento da população.


A regulamentação do serviço deve ser separada do financiamento, para evitar conflitos de interesse.


O Naming rights não pode atrapalhar a informação essencial ao passageiro.


Naming rights nos ônibus:


É possível aplicar o conceito em ônibus, com publicidade nas carrocerias ou nomeação de linhas.


A regulamentação cuidadosa é fundamental para evitar poluição visual e garantir a segurança.


Transparência na aplicação dos recursos:


Criação de um fundo transparente com destinação exclusiva para o transporte público.


Comunicação clara e eficaz com campanhas de informação e sinalização nos veículos.


Envolvimento da comunidade por meio de consultas públicas e conselhos gestores.


Resultados visíveis no dia a dia com melhorias tangíveis e indicadores de desempenho.

 O alto preço das passagens de transporte público pode ter um impacto profundo na vida dos usuários, afetando diversas áreas:


Impactos na vida do usuário:


Restrição de mobilidade:


Passagens caras limitam a capacidade das pessoas de se deslocarem pela cidade, dificultando o acesso a empregos, educação, serviços de saúde e lazer.


Aumento do custo de vida:


O transporte público é uma despesa essencial para muitas pessoas, e o aumento das tarifas pode comprometer uma parcela significativa do orçamento familiar.


Exclusão social:


Pessoas de baixa renda são as mais afetadas pelo alto custo das passagens, o que pode levar à exclusão social e à dificuldade de participação na vida da cidade.


Impacto no emprego:


Empregos distantes podem se tornar inacessíveis devido ao alto custo do transporte, limitando as oportunidades de trabalho.


Impacto na educação:


Estudantes podem ter dificuldade em frequentar escolas e universidades, o que pode prejudicar seu desenvolvimento educacional.


Impacto na saúde:


O acesso a serviços de saúde pode ser dificultado, o que pode levar a problemas de saúde não tratados.


Estudos e estatísticas:


Impactos das tarifas na demanda:


Estudos demonstram que o aumento das tarifas pode levar à diminuição da demanda por transporte público, especialmente entre pessoas de baixa renda.


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) possui estudos que analisam os efeitos da variação das tarifas e da renda da população sobre a demanda de transporte público coletivo urbano no Brasil.


Exclusão social e imobilidade:


Pesquisas apontam que o alto custo do transporte público contribui para a exclusão social e a imobilidade, especialmente em áreas periféricas das grandes cidades.


O site educação e território apresenta um artigo que fala sobre o aumento da tarifa do transporte público e a imobilidade e exclusão social nas cidades brasileiras.


Custo de vida e orçamento familiar:


Estatísticas mostram que o transporte público representa uma parcela significativa do orçamento familiar, especialmente para pessoas de baixa renda.


O site Mises Brasil apresenta um artigo que trata sobre o transporte público e o alto preço das passagens.


Impacto no emprego e na educação:


Estudos indicam que o alto custo do transporte público pode limitar as oportunidades de emprego e educação, especialmente para jovens e pessoas de baixa renda.


O alto preço das passagens de transporte público é um problema complexo que exige soluções abrangentes, como subsídios governamentais, tarifas sociais e investimentos em infraestrutura.


É fundamental que as políticas de transporte público levem em consideração o impacto das tarifas na vida dos usuários, especialmente os mais vulneráveis.

 Uma política para eliminar a tarifa através com recursos provenientes de "naming rights" com a criação de um Fundo Transparente (esta palavra é importante) poderia funcionar da seguinte forma:


Conceito Básico:


Venda de Nomes: Empresas privadas comprariam o direito de dar seus nomes a estações de metrô, pontos de ônibus, linhas de BRT ou outros elementos do sistema de transporte público.


Receita para Subsídios: A receita gerada com a venda desses direitos seria direcionada para um fundo específico, utilizado para subsidiar o transporte público, reduzindo o custo das tarifas para os usuários.


Implementação:


Regulamentação:


A prefeitura ou o órgão responsável pelo transporte público criaria uma regulamentação clara, definindo as regras para a venda dos "naming rights".


Essa regulamentação estabeleceria os critérios para a escolha das empresas, os tipos de elementos que poderiam ser nomeados e a duração dos contratos.


Licitação:


A venda dos "naming rights" seria realizada por meio de licitação pública, garantindo a transparência e a concorrência.


As empresas interessadas apresentariam propostas, indicando o valor que estariam dispostas a pagar pelo direito de nomear um determinado elemento do sistema de transporte.


Contratos:


Os contratos de "naming rights" seriam firmados entre a prefeitura e as empresas vencedoras da licitação.


Esses contratos definiriam os direitos e as obrigações de cada parte, incluindo a duração do contrato, o valor a ser pago e as condições para a renovação.


Fundo de Subsídio:


A receita gerada com a venda dos "naming rights" seria depositada em um fundo específico, destinado exclusivamente ao subsídio do transporte público.


Esse fundo seria gerenciado de forma transparente, com a divulgação regular das informações sobre a sua utilização.


Benefícios:


Para a prefeitura: Geração de receita adicional para subsidiar o transporte público, sem aumentar os impostos.


Para as empresas: Visibilidade da marca, associação com um serviço público essencial e oportunidade de fortalecer a imagem corporativa.


Para os usuários: Redução do custo das tarifas e melhoria da qualidade do serviço de transporte público.


Equilíbrio: É fundamental encontrar um equilíbrio entre a geração de receita e a preservação da identidade e da história dos espaços públicos.


Transparência: A gestão dos contratos e do fundo de subsídio deve ser transparente, com a divulgação regular das informações para a sociedade.


Aceitação: É importante que a política de "naming rights" seja bem comunicada e aceita pela população, evitando resistências e críticas.


Exemplos:


Em São Paulo, algumas estações de metrô já adotaram o modelo de "naming rights", com empresas como Ultrafarma e Assaí Atacadista dando seus nomes às estações.

Ao implementar uma política de "naming rights" com responsabilidade e transparência, é possível gerar recursos importantes para subsidiar o transporte público e beneficiar toda a sociedade.

 TARIFA GRATUITA | Neste exemplo, é possível eliminar a tarifa com um fundo com recursos provenientes de naming rights. São hipóteses que precisam se adaptar às legislações, não apenas no Brasil. 


A proposta de Rocha Silva visa tornar o transporte público gratuito no Brasil através do uso de "naming rights", onde empresas compram o direito de nomear espaços públicos como estações, pontos de ônibus, entre outros elementos, podendo ser ou não elementos do sistema de transporte público. Os recursos obtidos financiariam o transporte, reduzindo ou eliminando tarifas. A implementação incluiria regulamentação, licitação transparente e gestão de um fundo específico. A proposta busca gerar receita adicional e reduzir custos para os usuários, com foco na transparência.


Qual será o primeiro lugar do planeta a eliminar tarifas com naming rights?

Os projetos para interligar SC por ciclovias que já existem deveriam ser reunidos (deve existir).

De qualquer forma, é preciso que o governo do estado esteja alinhado com os governos municipais. 

Interligar SC por ciclovias? 

Merece um projeto próprio, com a mesma fonte de recursos  

Igualmente, cada município fará sua parte

O diferencial deste projeto é que ele indica a fonte de recursos e permite interligar SC por ciclovias 


A requalificação de espaços públicos, como calçadas e ciclovias, sem custo direto para a população, traz uma série de benefícios que justificam o investimento público. 


1. Acessibilidade e Inclusão:


A requalificação garante que todos, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, possam se locomover com segurança e autonomia.


Isso promove a inclusão social e a igualdade de oportunidades.


2. Segurança e Bem-Estar:


Calçadas e ciclovias bem conservadas reduzem o risco de acidentes para pedestres e ciclistas.


Espaços públicos de qualidade incentivam a prática de atividades físicas, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população.


3. Valorização do Espaço Urbano:


A requalificação melhora a estética da cidade, tornando-a mais agradável e convidativa.


Isso pode impulsionar o turismo e o comércio local, gerando benefícios econômicos para a região.


4. Sustentabilidade:


A criação de ciclovias e a melhoria das calçadas incentivam o uso de meios de transporte não motorizados.


Isso contribui para a redução da emissão de poluentes e para a construção de uma cidade mais sustentável.


5. Qualidade de Vida:


Espaços públicos bem cuidados proporcionam locais de lazer e convivência para a população.


Isso fortalece o senso de comunidade e melhora a qualidade de vida dos cidadãos.


6. Responsabilidade do Poder Público:


A manutenção e a melhoria dos espaços públicos são responsabilidades do poder público.


Investir na requalificação é uma forma de garantir o direito de todos os cidadãos a uma cidade segura, acessível e agradável.


A requalificação de espaços públicos sem custo para a população é um investimento que traz benefícios sociais, econômicos e ambientais para toda a comunidade.

O projeto Caminha BC nasceu de uma ideia de como poderia ser um 'plano do JK pro bairro (coisas 50 anos em 5), e para uma adequação do passeio público e ciclovias, pensava como financiamento uma divisão de despesas entre moradores e poder público (era prático com o carnê, falando pessoalmente para pessoas achavam uma boa), cogitava um banco comunitário, etc" (estava objetiva a aplicação, pode ser útil de forma isolada), até que esta fonte de financiamento permitiu imaginar além do bairro um planejamento amplo para a sua aplicação, mas todo município tem que se adequar às legislações

Como o fundo é municipal, cada cidade tem que buscar recursos para o seu próprio fundo, mesmo que venha ter parcerias estaduais ou outra implementação  (como alguma medida do governo federal que facilite para os municípios)

 O diferencial deste projeto é que ele indica a fonte de recursos. 


A requalificação de espaços públicos, como calçadas e ciclovias, sem custo direto para a população, traz uma série de benefícios que justificam o investimento público. 


1. Acessibilidade e Inclusão:


A requalificação garante que todos, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, possam se locomover com segurança e autonomia.


Isso promove a inclusão social e a igualdade de oportunidades.


2. Segurança e Bem-Estar:


Calçadas e ciclovias bem conservadas reduzem o risco de acidentes para pedestres e ciclistas.


Espaços públicos de qualidade incentivam a prática de atividades físicas, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população.


3. Valorização do Espaço Urbano:


A requalificação melhora a estética da cidade, tornando-a mais agradável e convidativa.


Isso pode impulsionar o turismo e o comércio local, gerando benefícios econômicos para a região.


4. Sustentabilidade:


A criação de ciclovias e a melhoria das calçadas incentivam o uso de meios de transporte não motorizados.


Isso contribui para a redução da emissão de poluentes e para a construção de uma cidade mais sustentável.


5. Qualidade de Vida:


Espaços públicos bem cuidados proporcionam locais de lazer e convivência para a população.


Isso fortalece o senso de comunidade e melhora a qualidade de vida dos cidadãos.


6. Responsabilidade do Poder Público:


A manutenção e a melhoria dos espaços públicos são responsabilidades do poder público.


Investir na requalificação é uma forma de garantir o direito de todos os cidadãos a uma cidade segura, acessível e agradável.


Em resumo, a requalificação de espaços públicos sem custo para a população é um investimento que traz benefícios sociais, econômicos e ambientais para toda a comunidade.


Estabelecer parcerias eficazes com os 295 municípios catarinenses para o projeto "Caminha SC" exige uma estratégia abrangente e adaptável às diferentes realidades locais. Algumas abordagens para construir essas parcerias:


1. Criação de um Comitê Gestor Estadual:


Representação Municipal:


Formar um comitê com representantes de diferentes regiões do estado, garantindo a participação de municípios de diversos portes e características.


Incluir representantes de associações de municípios, como a FECAM (Federação Catarinense de Municípios).


Funções do Comitê:


Definir diretrizes e prioridades para o projeto.

Coordenar a distribuição de recursos e o apoio técnico aos municípios.


Monitorar e avaliar o progresso do projeto em todo o estado.


2. Divulgação e Sensibilização:


Eventos e Workshops Regionais (opcional)


Realizar eventos e workshops em diferentes regiões do estado para apresentar o projeto aos prefeitos, vereadores e técnicos municipais.


Promover o intercâmbio de experiências entre os municípios.


Canais de Comunicação:


Criar um site e redes sociais para divulgar informações sobre o projeto e compartilhar boas práticas.


Utilizar meios de comunicação locais para informar a população sobre os benefícios do projeto.


3. Apoio Técnico e Financeiro:


Assistência Técnica:


Oferecer apoio técnico aos municípios na elaboração de projetos, na execução de obras e no monitoramento dos resultados.


Disponibilizar modelos de projetos e manuais técnicos.


Financiamento Compartilhado:


Estabelecer mecanismos de financiamento compartilhado, em que o estado e os municípios dividem os custos do projeto.


Criar linhas de crédito e programas de incentivo para os municípios que aderirem ao projeto.


Buscar o custeio total através de um fundo com recursos da TDC dos próprios locais a serem requalificados.


4. Incentivo à Adesão e Boas Práticas:


Premiação e Reconhecimento:


Criar um sistema de premiação e reconhecimento para os municípios que se destacarem na implementação do projeto.

Divulgar as boas práticas e os resultados alcançados pelos municípios.


Parcerias com Entidades da Sociedade Civil:

Estabelecer parcerias com entidades da sociedade civil, como associações de ciclistas, grupos de pedestres e entidades de pessoas com deficiência, para apoiar a implementação do projeto.


5. Monitoramento e Avaliação Contínua:


Indicadores de Desempenho:


Definir indicadores de desempenho para monitorar o progresso do projeto em cada município.


Realizar avaliações periódicas para identificar desafios e oportunidades de melhoria.


Feedback da População:


Criar canais de comunicação para coletar o feedback da população sobre o projeto.


Utilizar o feedback para ajustar as estratégias e melhorar os resultados.


O estado pode construir parcerias sólidas e duradouras com os 295 municípios catarinenses, garantindo o sucesso do projeto "Caminha SC" e transformando a mobilidade urbana em todo o estado.

 A criação de um fundo para financiar a adaptação de passeios públicos e ciclovias, utilizando a transferência do direito de construir, é uma estratégia inovadora que pode gerar recursos significativos. Para isso, é essencial considerar os seguintes pontos:


1. Fundamentação Legal:


Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001):


Este estatuto estabelece instrumentos de política urbana, como a transferência do direito de construir, que podem ser utilizados para fins de interesse social.


É crucial verificar se a legislação municipal regulamenta essa transferência e como ela pode ser aplicada em áreas de interesse público, como passeios e ciclovias.


Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015):


Esta lei garante a acessibilidade em todos os espaços públicos, incluindo passeios.


As adaptações financiadas pelo fundo devem estar em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade.


Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997):


Este código estabelece as diretrizes para a criação de ciclovias e ciclofaixas, bem como as normas de segurança para pedestres e ciclistas.


Normas Técnicas da ABNT:


Normas como a NBR 9050 estabelecem os padrões de acessibilidade para edificações, mobiliário urbano e espaços públicos.


2. Criação do Fundo:


Legislação Municipal:


É necessário criar uma lei municipal que institua o fundo, defina suas fontes de receita (incluindo a transferência do direito de construir) e estabeleça as regras para sua gestão e aplicação dos recursos.


Transferência do Direito de Construir:


A legislação municipal deve definir as áreas onde a transferência do direito de construir será permitida, bem como os critérios para a valoração desses direitos.


Os recursos obtidos com a venda desses direitos devem ser destinados exclusivamente ao fundo.


Gestão do Fundo:


É fundamental criar um conselho gestor com a participação de representantes do poder público, da sociedade civil e de especialistas em mobilidade urbana e acessibilidade.


A gestão do fundo deve ser transparente e responsável, com prestação de contas periódica.


3. Aplicação dos Recursos:


Priorização das Intervenções:


Os recursos do fundo devem ser utilizados para financiar as adaptações prioritárias, com base em um plano de mobilidade urbana que considere as necessidades dos pedestres e ciclistas.


É importante priorizar as áreas com maior fluxo de pedestres e ciclistas, bem como as áreas que apresentam maior dificuldade de acessibilidade.


Qualidade das Intervenções:


As adaptações devem ser realizadas com materiais de qualidade e seguindo as normas técnicas de acessibilidade.


É importante garantir a durabilidade das intervenções e a segurança dos usuários.


4. Considerações Importantes:


Planejamento Urbano:


A criação do fundo deve estar integrada ao planejamento urbano da cidade, considerando as diretrizes do plano diretor e do plano de mobilidade urbana.


Participação da Comunidade:


É fundamental envolver a comunidade em todas as etapas do processo, desde a criação do fundo até a execução das obras.


Transparência e Controle:


A gestão do fundo deve ser transparente e estar sujeita a controle social, com divulgação de informações sobre a arrecadação e a aplicação dos recursos.


Ao seguir essas diretrizes, é possível criar um fundo eficiente e sustentável que contribua para a melhoria da mobilidade urbana e da acessibilidade em sua cidade.

 Para tornar a tarifa gratuita implementando a política de "naming rights" de forma eficaz e legal, é crucial considerar um conjunto de legislações que abranjam diferentes níveis e aspectos. Conheça as principais áreas e leis a serem observadas:


1. Legislação Constitucional e Administrativa:


Constituição Federal de 1988:


Os princípios da administração pública (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) devem guiar todas as ações relacionadas aos "naming rights".   


A competência dos municípios para legislar sobre assuntos de interesse local, incluindo o transporte público, também é relevante.


Lei nº 8.666/1993 (Lei de Licitações e Contratos):


Embora substituída pela Lei nº 14.133/2021, muitos contratos ainda seguem essa legislação.


As licitações para concessão de "naming rights" devem seguir os princípios e procedimentos estabelecidos nesta lei, garantindo a transparência e a igualdade de condições.


Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos):


Esta lei moderniza as regras para licitações e contratos públicos, e deve ser utilizada para novos processos de "naming rights".


Ela traz novas modalidades de licitação e critérios de seleção, que podem ser adaptados para a concessão de "naming rights".


Lei nº 8.987/1995 (Lei de Concessões e Permissões):


Regulamenta as concessões e permissões de serviços públicos, incluindo o transporte público.


Os contratos de "naming rights" podem ser incorporados aos contratos de concessão, desde que observados os princípios da lei.


2. Legislação Municipal:


Leis Orgânicas Municipais:


Estabelecem as competências dos municípios em relação ao transporte público e à publicidade.


Leis Municipais Específicas:


É fundamental criar leis municipais específicas para regulamentar a aplicação de "naming rights" no transporte público.


Essas leis devem definir:


Os tipos de espaços publicitários disponíveis (ônibus, estações, etc.).


Os critérios para seleção das empresas patrocinadoras.


Os limites e restrições à publicidade (conteúdo, tamanho, etc.).


A destinação dos recursos arrecadados.

Os mecanismos de fiscalização e controle.


Códigos de Posturas Municipais:


Regulamentam a publicidade em espaços públicos, e podem conter disposições relevantes para os "naming rights".


3. Legislação de Mobilidade Urbana:


Lei nº 12.587/2012 (Lei de Mobilidade Urbana):


Estabelece os princípios e diretrizes da política nacional de mobilidade urbana.


A aplicação de "naming rights" deve estar alinhada com os objetivos da lei, como a priorização do transporte público e a promoção da sustentabilidade.


4. Legislação de Proteção ao Consumidor:


Código de Defesa do Consumidor (CDC):


A publicidade nos "naming rights" deve observar os princípios do CDC, evitando práticas abusivas ou enganosas.


Pontos de Atenção:


É essencial garantir a transparência em todos os processos, desde a licitação até a aplicação dos recursos.


A participação da sociedade civil e a realização de consultas públicas são importantes para legitimar a política de "naming rights".


A legislação deve ser clara e objetiva, evitando ambiguidades que possam gerar conflitos ou interpretações divergentes.


Considerando essas e outras legislações, as cidades brasileiras podem criar um arcabouço legal sólido para a implementação da política de "naming rights" no transporte público, garantindo a segurança jurídica e a efetividade da iniciativa.

 A adesão de todas as cidades de Santa Catarina ao projeto "Caminha SC" traria uma série de benefícios abrangentes, impactando positivamente a qualidade de vida, a mobilidade e o desenvolvimento sustentável do estado. 


1. Padronização e Integração:


Rede Conectada: A adesão em massa permitiria a criação de uma rede interligada de calçadas e ciclovias, facilitando o deslocamento entre as cidades.


Normas Unificadas: A padronização das calçadas e ciclovias, seguindo as normas de acessibilidade (NBR 9050) e o Código de Trânsito Brasileiro, garantiria a segurança e o conforto de todos os usuários.


2. Acessibilidade Universal:


Inclusão Social: A implementação do piso tátil, rampas de acesso e sinalização adequada em todas as cidades promoveria a inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.


Igualdade de Oportunidades: A acessibilidade universal garantiria que todos os cidadãos tivessem o direito de se locomover com autonomia e segurança.


3. Mobilidade Sustentável:


Redução da Poluição: A criação de ciclovias e a melhoria das calçadas incentivariam o uso de meios de transporte não motorizados, reduzindo a emissão de poluentes.


Promoção da Saúde: A prática de atividades físicas, como caminhadas e pedaladas, contribuiria para a saúde e o bem-estar da população.


4. Valorização do Turismo:


Atração de Visitantes: Cidades com infraestrutura de mobilidade urbana de qualidade atrairiam mais turistas, impulsionando a economia local.


Experiência Agradável: Calçadas e ciclovias bem conservadas proporcionariam uma experiência agradável aos visitantes, incentivando o turismo sustentável.


5. Qualidade de Vida e Bem-Estar:


Espaços de Convivência: A requalificação de calçadas e a criação de áreas de lazer ao longo dos percursos promoveriam a convivência social e o bem-estar da população.


Cidades Mais Humanas: A priorização dos pedestres e ciclistas tornaria as cidades mais humanas e agradáveis para se viver.


6. Desenvolvimento Econômico:


Comércio Local Fortalecido: A melhoria da acessibilidade e da mobilidade urbana facilitaria o acesso aos estabelecimentos comerciais, impulsionando a economia local.


Valorização Imobiliária: Cidades com infraestrutura de mobilidade urbana de qualidade teriam seus imóveis valorizados.


7. Alinhamento com as Leis Vigentes:


Cumprimento das Normas: A adesão ao projeto "Caminha SC" garantiria que as cidades estivessem em conformidade com as leis de acessibilidade e mobilidade urbana.


Responsabilidade Social: A implementação do projeto demonstraria o compromisso das cidades com a responsabilidade social e o bem-estar da população.


A adesão de todas as cidades de Santa Catarina ao projeto "Caminha SC" traria benefícios abrangentes, transformando o estado em um modelo de mobilidade urbana sustentável e acessível.

 A proposta "Caminha SC", de Rocha Silva, visa revolucionar a mobilidade urbana em Santa Catarina, inspirando-se num modelo para aplicação em Balneário Camboriú adaptável a todas cidades do Brasil. A proposta centraliza a requalificação de calçadas e a expansão de ciclovias, garantindo acessibilidade universal e segurança para pedestres e ciclistas.


Utilizando a inovadora Transferência do Direito de Construir (TDC), o projeto financia as melhorias sem custo direto para a população, destinando recursos obtidos com a venda de potencial construtivo para um fundo exclusivo.


A iniciativa busca padronizar a infraestrutura em todo o estado, promovendo a sustentabilidade e o bem-estar da população. O objetivo final é criar cidades mais humanas, inclusivas e conectadas, incentivando o uso de transportes não motorizados.


O projeto é adaptável a qualquer cidade do Brasil, transformando a mobilidade urbana e criando espaços públicos mais acessíveis e agradáveis.

 Projeto "Caminha SC" Promete Revolucionar a Mobilidade Urbana em Santa Catarina


Conheça o inovador projeto "Caminha SC", uma iniciativa ambiciosa que visa transformar a mobilidade urbana em todo o estado de Santa Catarina.


Inspirado numa adaptação estadual da proposta "Caminha BC", o "Caminha SC" propõe a requalificação de calçadas, a criação de ciclovias e a promoção da acessibilidade universal em todas as cidades catarinenses.


Módulos do Projeto:


Andança: Focado na melhoria da experiência do pedestre, com a requalificação de calçadas e a eliminação de obstáculos.


Walk on the Wild Side: Voltado para a integração de novos modais de transporte, como bicicletas e patinetes elétricos, e a criação de ciclovias seguras.


Acessibilidade para Todos: Garantindo a acessibilidade universal em todos os espaços públicos, com a implementação de piso tátil, rampas de acesso e sinalização adequada.


Financiamento Inovador:


O projeto "Caminha SC" será financiado por meio de um fundo inovador, que utilizará recursos da Transferência do Direito de Construir (TDC). Essa estratégia permitirá que a requalificação dos espaços públicos seja realizada sem custo direto para a população.


Benefícios para Santa Catarina:


Melhoria da Qualidade de Vida: A requalificação dos espaços públicos proporcionará mais segurança, conforto e bem-estar para todos os cidadãos.


Promoção da Sustentabilidade: O incentivo ao uso de meios de transporte não motorizados contribuirá para a redução da poluição e a construção de cidades mais sustentáveis.


Valorização do Turismo: Cidades com infraestrutura de mobilidade urbana de qualidade atrairão mais turistas, impulsionando a economia local.


Inclusão Social: A acessibilidade universal garantirá que todos os cidadãos, incluindo pessoas com deficiência, possam se locomover com autonomia e segurança.


Convido todas as cidades de Santa Catarina a aderirem ao projeto "Caminha SC", unindo esforços para transformar o estado em um modelo de mobilidade urbana sustentável e acessível.

O projeto "Caminha BC" é dividido em módulos distintos, cada um com foco específico, para garantir uma abordagem abrangente e eficaz. Precisamos denominar módulos que faltam nomes (consenso estadual) e pensar se é preciso criar/eliminar módulos para aperfeiçoamento do projeto.


Módulo 1: Andança - O Pedestre em Primeiro Lugar


Objetivo:


Priorizar a experiência do pedestre, garantindo segurança, conforto e fluidez na circulação.


Ações:


Requalificação de calçadas e passeios, com padronização de largura, inclinação e materiais.


Eliminação de obstáculos e barreiras arquitetônicas.


Implantação de sinalização direcional clara e eficiente.


Criação de áreas de descanso e convivência ao longo dos percursos.


Implementação de arborização urbana para sombra e conforto térmico.


Resultados Esperados:


Aumento da segurança e conforto dos pedestres.


Incentivo à caminhada como modo de transporte ativo.


Melhora da qualidade de vida e bem-estar da população.


Módulo 2: Walk on the Wild Side - Mobilidade Inovadora 


Objetivo:


Integrar novos modais de transporte e promover a mobilidade sustentável.


Ações:


Implantação de ciclovias e ciclofaixas seguras e interligadas.


Criação de bicicletários e pontos de apoio para ciclistas.


Adaptação da infraestrutura para veículos de mobilidade individual (patinetes, skates elétricos, etc.).


Integração com o sistema de transporte público.


Criação de vias de compartilhamento entre bicicletas e pedestres em locais de menor fluxo.


Resultados Esperados:


Expansão das opções de mobilidade urbana.


Módulo 3 (Qual nome???): Acessibilidade para Todos


Objetivo:


Garantir a acessibilidade universal em todos os espaços públicos.


Ações:


Implantação de piso tátil para pessoas com deficiência visual.


Rebaixamento de calçadas e rampas de acesso adequadas.


Sinalização sonora e visual para pessoas com deficiência auditiva.


Adaptação de mobiliário urbano para pessoas com mobilidade reduzida.


Garantia de que todas as normas da NBR 9050 sejam aplicadas.


Resultados Esperados:


Inclusão e autonomia de pessoas com deficiência.


Melhora da qualidade de vida de todos os cidadãos.


Construção de uma cidade mais justa e igualitária.


Módulo 4 (Qual nome???): Etapas da Obra - Do Planejamento à Realidade


Objetivo:


Garantir a execução eficiente e transparente das obras.


Etapas:


Mapeamento e diagnóstico detalhado das áreas a serem intervencionadas.


Elaboração de projetos técnicos e orçamentos detalhados.


Licitação e contratação de empresas qualificadas.


Execução das obras, com acompanhamento e fiscalização rigorosos.


Monitoramento e avaliação dos resultados das intervenções.


Criação de canais de comunicação para a população acompanhar o andamento das obras.


Resultados Esperados:


Obras de alta qualidade e durabilidade.


Cumprimento dos prazos e orçamentos estabelecidos.


Satisfação da população com os resultados do projeto.


Transparência no uso de recursos públicos.


Pensando o projeto "Caminha BC" nesses módulos, é possível garantir uma abordagem integrada e eficaz, que atenda às necessidades de todos os cidadãos e promova uma cidade mais humana, sustentável e acessível. É preciso pensar outros módulos, e dar nome.

Redução da dependência de veículos motorizados.


Promoção da atividade física e da saúde.


Diminuição da emissão de poluentes.



 O projeto "Caminha BC" de Rocha Silva, com potencial para expansão para "Caminha SC", pode ser estruturado em etapas e módulos, focando na acessibilidade e conformidade com as legislações vigentes. Aqui estão algumas sugestões:


Etapas de Execução:


Mapeamento e Diagnóstico:


Realizar um levantamento detalhado das calçadas e passeios públicos em Balneário Camboriú, avaliando a conformidade com as normas de acessibilidade (largura, inclinação, piso tátil, etc.).


Identificar os pontos críticos que necessitam de intervenção prioritária.


Coletar dados sobre o fluxo de pedestres, identificando as rotas mais utilizadas.


Planejamento e Design:


Desenvolver projetos de requalificação das calçadas, priorizando a acessibilidade universal.


Considerar a implementação de mobiliário urbano adequado (bancos, lixeiras, iluminação).


Elaborar um plano de sinalização direcional para pedestres.


Execução das Obras:


Realizar as obras de requalificação das calçadas, seguindo os projetos elaborados.

Utilizar materiais de qualidade e durabilidade, que garantam a segurança e o conforto dos pedestres.


Implementar a sinalização direcional e o mobiliário urbano.


Monitoramento e Avaliação:


Monitorar a qualidade das calçadas requalificadas, realizando inspeções periódicas.


Coletar feedback dos pedestres sobre a utilização das calçadas.


Avaliar o impacto do projeto na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população.


Módulos do Projeto:


Módulo "Andança":


Focado na requalificação das calçadas e passeios públicos, garantindo a acessibilidade universal.


Respeitar as legislações que determinam os padrões das calçadas e passeios públicos.


Implementar piso tátil para pessoas com deficiência visual.


Módulo "Walk on the wild side" (pensando aqueles transportes que muitas pessoas ainda não sabem o nome, a criação de ciclovias e o compartilhamento das ciclovias e ciclofaixas)


Integrar o projeto com outros modais de transporte, como bicicletas e transporte público.


Criar rotas interligadas que facilitem o deslocamento dos pedestres.


Implementar bicicletários e pontos de apoio para ciclistas.


Módulo 3 "Perfect Day???" (Qual nome???)


Criar espaços de convivência e lazer ao longo das calçadas.


Implementar áreas verdes e arborização para proporcionar sombra e conforto térmico.


Instalar equipamentos de ginástica e áreas de descanso para pedestres.


Módulo "qual nome??":


Utilizar tecnologias para monitorar o fluxo de pedestres e identificar pontos de congestionamento.


Implementar aplicativos e plataformas digitais para fornecer informações sobre rotas e acessibilidade.

 A proposta "Caminha SC", de Rocha Silva, visa revolucionar a mobilidade urbana em Santa Catarina, inspirando-se num modelo para aplicação em Balneário Camboriú. A proposta centraliza a requalificação de calçadas e a expansão de ciclovias, garantindo acessibilidade universal e segurança para pedestres e ciclistas.


Utilizando a inovadora Transferência do Direito de Construir (TDC), o projeto financia as melhorias sem custo direto para a população, destinando recursos obtidos com a venda de potencial construtivo para um fundo exclusivo.


A iniciativa busca padronizar a infraestrutura em todo o estado, promovendo a sustentabilidade e o bem-estar da população. O objetivo final é criar cidades mais humanas, inclusivas e conectadas, incentivando o uso de transportes não motorizados.


O projeto é adaptável a qualquer cidade do Brasil, transformando a mobilidade urbana e criando espaços públicos mais acessíveis e agradáveis.

 Caminha BC | O diferencial da proposta é que ela indica a fonte de recursos para realização. A nível estadual, permite interligar Santa Catarina por ciclovias.


A criação de um fundo para financiar a adaptação de passeios públicos e ciclovias, utilizando a transferência do direito de construir, é uma estratégia inovadora que pode gerar recursos significativos. Para isso, é essencial considerar os seguintes pontos:


1. Fundamentação Legal:


Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001):


Este estatuto estabelece instrumentos de política urbana, como a transferência do direito de construir, que podem ser utilizados para fins de interesse social.


É crucial verificar se a legislação municipal regulamenta essa transferência e como ela pode ser aplicada em áreas de interesse público, como passeios e ciclovias.


Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015):


Esta lei garante a acessibilidade em todos os espaços públicos, incluindo passeios.


As adaptações financiadas pelo fundo devem estar em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade.


Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997):


Este código estabelece as diretrizes para a criação de ciclovias e ciclofaixas, bem como as normas de segurança para pedestres e ciclistas.


Normas Técnicas da ABNT:


Normas como a NBR 9050 estabelecem os padrões de acessibilidade para edificações, mobiliário urbano e espaços públicos.


2. Criação do Fundo:


Legislação Municipal:


É necessário criar uma lei municipal que institua o fundo, defina suas fontes de receita (incluindo a transferência do direito de construir) e estabeleça as regras para sua gestão e aplicação dos recursos.


Transferência do Direito de Construir:


A legislação municipal deve definir as áreas onde a transferência do direito de construir será permitida, bem como os critérios para a valoração desses direitos.


Os recursos obtidos com a venda desses direitos devem ser destinados exclusivamente ao fundo.


Gestão do Fundo:


É fundamental criar um conselho gestor com a participação de representantes do poder público, da sociedade civil e de especialistas em mobilidade urbana e acessibilidade.


A gestão do fundo deve ser transparente e responsável, com prestação de contas periódica.


3. Aplicação dos Recursos:


Priorização das Intervenções:


Os recursos do fundo devem ser utilizados para financiar as adaptações prioritárias, com base em um plano de mobilidade urbana que considere as necessidades dos pedestres e ciclistas.


É importante priorizar as áreas com maior fluxo de pedestres e ciclistas, bem como as áreas que apresentam maior dificuldade de acessibilidade.


Qualidade das Intervenções:


As adaptações devem ser realizadas com materiais de qualidade e seguindo as normas técnicas de acessibilidade.


É importante garantir a durabilidade das intervenções e a segurança dos usuários.


4. Considerações Importantes:


Planejamento Urbano:


A criação do fundo deve estar integrada ao planejamento urbano da cidade, considerando as diretrizes do plano diretor e do plano de mobilidade urbana.


Participação da Comunidade:


É fundamental envolver a comunidade em todas as etapas do processo, desde a criação do fundo até a execução das obras.


Transparência e Controle:


A gestão do fundo deve ser transparente e estar sujeita a controle social, com divulgação de informações sobre a arrecadação e a aplicação dos recursos.


Seguindo essas diretrizes é possível criar um fundo eficiente e sustentável que contribua para a melhoria da mobilidade urbana e da acessibilidade em sua cidade.

 Conheça o projeto Caminha BC, de Rocha Silva, com potencial para expansão para "Caminha SC". O projeto é adaptável a qualquer cidade do Brasil, transformando a mobilidade urbana e criando espaços públicos mais acessíveis e agradáveis.

 Caminha BC | O diferencial da proposta é que ela indica a fonte de recursos para realização. A nível estadual, permite interligar Santa Catarina por ciclovias.


A criação de um fundo para financiar a adaptação de passeios públicos e ciclovias, utilizando a transferência do direito de construir, é uma estratégia inovadora que pode gerar recursos significativos. Para isso, é essencial considerar os seguintes pontos:


1. Fundamentação Legal:


Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001):


Este estatuto estabelece instrumentos de política urbana, como a transferência do direito de construir, que podem ser utilizados para fins de interesse social.


É crucial verificar se a legislação municipal regulamenta essa transferência e como ela pode ser aplicada em áreas de interesse público, como passeios e ciclovias.


Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015):


Esta lei garante a acessibilidade em todos os espaços públicos, incluindo passeios.


As adaptações financiadas pelo fundo devem estar em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade.


Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997):


Este código estabelece as diretrizes para a criação de ciclovias e ciclofaixas, bem como as normas de segurança para pedestres e ciclistas.


Normas Técnicas da ABNT:


Normas como a NBR 9050 estabelecem os padrões de acessibilidade para edificações, mobiliário urbano e espaços públicos.


2. Criação do Fundo:


Legislação Municipal:


É necessário criar uma lei municipal que institua o fundo, defina suas fontes de receita (incluindo a transferência do direito de construir) e estabeleça as regras para sua gestão e aplicação dos recursos.


Transferência do Direito de Construir:


A legislação municipal deve definir as áreas onde a transferência do direito de construir será permitida, bem como os critérios para a valoração desses direitos.


Os recursos obtidos com a venda desses direitos devem ser destinados exclusivamente ao fundo.


Gestão do Fundo:


É fundamental criar um conselho gestor com a participação de representantes do poder público, da sociedade civil e de especialistas em mobilidade urbana e acessibilidade.


A gestão do fundo deve ser transparente e responsável, com prestação de contas periódica.


3. Aplicação dos Recursos:


Priorização das Intervenções:


Os recursos do fundo devem ser utilizados para financiar as adaptações prioritárias, com base em um plano de mobilidade urbana que considere as necessidades dos pedestres e ciclistas.


É importante priorizar as áreas com maior fluxo de pedestres e ciclistas, bem como as áreas que apresentam maior dificuldade de acessibilidade.


Qualidade das Intervenções:


As adaptações devem ser realizadas com materiais de qualidade e seguindo as normas técnicas de acessibilidade.


É importante garantir a durabilidade das intervenções e a segurança dos usuários.


4. Considerações Importantes:


Planejamento Urbano:


A criação do fundo deve estar integrada ao planejamento urbano da cidade, considerando as diretrizes do plano diretor e do plano de mobilidade urbana.


Participação da Comunidade:


É fundamental envolver a comunidade em todas as etapas do processo, desde a criação do fundo até a execução das obras.


Transparência e Controle:


A gestão do fundo deve ser transparente e estar sujeita a controle social, com divulgação de informações sobre a arrecadação e a aplicação dos recursos.


Seguindo essas diretrizes é possível criar um fundo eficiente e sustentável que contribua para a melhoria da mobilidade urbana e da acessibilidade em sua cidade.

 A proposta "Caminha SC", de Rocha Silva, visa revolucionar a mobilidade urbana em Santa Catarina, inspirando-se num modelo para aplicação em Balneário Camboriú adaptável a todas cidades do Brasil. A proposta centraliza a requalificação de calçadas e a expansão de ciclovias, garantindo acessibilidade universal e segurança para pedestres e ciclistas.


Utilizando a inovadora Transferência do Direito de Construir (TDC), o projeto financia as melhorias sem custo direto para a população, destinando recursos obtidos com a venda de potencial construtivo para um fundo exclusivo.


A iniciativa busca padronizar a infraestrutura em todo o estado, promovendo a sustentabilidade e o bem-estar da população. O objetivo final é criar cidades mais humanas, inclusivas e conectadas, incentivando o uso de transportes não motorizados.


O projeto é adaptável a qualquer cidade do Brasil, transformando a mobilidade urbana e criando espaços públicos mais acessíveis e agradáveis.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Imagine um futuro onde o transporte público é sinônimo de liberdade, não de despesa. Um futuro onde você se desloca pela cidade sem se preocupar com o custo da passagem, aproveitando cada momento, cada oportunidade? É possível ouvir até a trilha sonora.

Essa visão ousada pode se tornar realidade com uma proposta inovadora: o "naming rights" do transporte público para gratuidade da tarifa.

Já pensou em estações de metrô e pontos de ônibus com nomes de marcas que você admira? Campanhas criativas? 

Essa prática, já comum em estádios e arenas, pode agora transformar a maneira como financiamos o transporte público. Empresas investiriam em "naming rights", e esses recursos seriam direcionados a um fundo exclusivo, garantindo tarifas mais acessíveis ou até mesmo a gratuidade total.

 A proposta de Rocha Silva visa tornar o transporte público gratuito no Brasil através do uso de "naming rights", onde empresas compram o direito de nomear espaços públicos como estações, pontos de ônibus, entre outros elementos, podendo ser ou não elementos do sistema de transporte público. Os recursos obtidos financiariam o transporte, reduzindo ou eliminando tarifas. A implementação incluiria regulamentação, licitação transparente e gestão de um fundo específico. A proposta busca gerar receita adicional e reduzir custos para os usuários, com foco na transparência.

 A meta é a Coca-Cola pagar nossa passagem? 


Falar " em tal lugar, o próprio ônibus paga a passagem dos moradores"? Os pontos de ônibus?! 


É preciso criar o Fundo específico com recursos provenientes do "naming rights" para reduzir ou eliminar os custos da passagem. 


Aumentar a arrecadação pública, sem criar impostos



A proposta de Rocha Silva para tornar o transporte público gratuito no Brasil utiliza o conceito de "naming rights", que permite que empresas comprem o direito de dar seus nomes a espaços públicos, como estações de metrô, pontos de ônibus, entre outros elementos. Os recursos obtidos com a venda desses direitos seriam destinados a um fundo específico para subsidiar o transporte público, reduzindo ou eliminando o custo das tarifas para os usuários.


Como funcionaria:


Venda de nomes: Empresas privadas comprariam o direito de nomear estações, pontos de ônibus e linhas de transporte.


Receita para subsídios: O dinheiro arrecadado seria usado para pagar parte dos custos do transporte público.


Regulamentação e licitação: O processo seria regulamentado e a venda dos direitos seria feita por meio de licitação pública, garantindo transparência.


Contratos e fundo de subsídio: Contratos definiriam os termos e um fundo específico gerenciaria os recursos.


Benefícios:


Geração de receita adicional para o transporte público.


Visibilidade da marca para as empresas.

Redução do custo das tarifas para os usuários.


Implementação:


Estudos e planejamento detalhados.


Implementação gradual com projetos piloto.


Gestão e monitoramento contínuos.


Transparência e prestação de contas.


Envolvimento da comunidade.


Estações de metrô em São Paulo já adotaram o modelo de "naming rights", porém, em nenhum lugar é utilizado o valor da arrecadação no subsídio do preço da passagem e isto não impede que seja criado outros espacos e fundos. Pode ser implementado o "naming rights" com direcionamento dos recursos obtidos exclusivamente para o custeio da passagem.


É essencial garantir a transparência na aplicação dos recursos e o envolvimento da população.


A regulamentação do serviço deve ser separada do financiamento, para evitar conflitos de interesse.


O Naming rights não pode atrapalhar a informação essencial ao passageiro.


Naming rights nos ônibus:


É possível aplicar o conceito em ônibus, com publicidade nas carrocerias ou nomeação de linhas.


A regulamentação cuidadosa é fundamental para evitar poluição visual e garantir a segurança.


Transparência na aplicação dos recursos:


Criação de um fundo transparente com destinação exclusiva para o transporte público.


Comunicação clara e eficaz com campanhas de informação e sinalização nos veículos.


Envolvimento da comunidade por meio de consultas públicas e conselhos gestores.


Resultados visíveis no dia a dia com melhorias tangíveis e indicadores de desempenho.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Reconhece a queda e desanima. Nesta semana fui surpreendido com a restrição de um perfil meu pelo Facebook, onde estavam diversas entrevistas que fiz em 2016 debatendo a política em Balneário Camboriú. Eu pretendia retomar o projeto através do "Canal do Panamá", repensando formatos e linguagem, acredito que o caminho seja pela página mesmo. Eu sei que faltava profissionalismo em diversos aspectos, mas em se tratando do conteúdo, muitos assuntos que eram debatidos há 10 anos são atuais, caso alguém tiver algum arquivo baixado e puder me enviar... Eu tenho um pouco do material arquivado, mas não tudo, principalmente as conversas ao-vivo, um recurso que havia sido lançado naquele ano... 


...

Li o anúncio de um podcast chamado "Se flopar é indie", achei ótimo. Aos que participaram deste projeto em BC, poderíamos dizer que fomos alternativos? Uma política alternativa?

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

 Procuro emprego para trabalhar em casa. 

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Também aceito proposta de emprego para não trabalhar, não havendo contrário 
Me ajude a retomar o Canal do Panamá, gostaria de agradecer, mas até agora R$ 0 arrecadado, preciso pelo menos pro cigarro.

 
Valorizar a cultura local seria homenagear a ciclovia com nome "Seu Lico" #RIP 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

"Tiro no Escuro" e "Onde camba o rio" esgotou! Se sair alguma próxima, aviso!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

A que ponto cheguei

Não queria bater na porta do gabinete do vereador Jair Renan aqui em Balneário pra pedir para ele pedir pra algum de seus irmãos consiguir um emprego para mim no Rio pra eu poder sobreviver se atrelarem a "ditadura nunca mais" claro, e a uma infinidade de bolsonarismos que torna isto muito absurdo sendo eles os bolsonaros - o que o Chico Alencar diria? O não já tenho, posso correr atrás da humilhação. 

A que ponto cheguei!
Ora, francamente, no Rio, algum emprego?
Não precisa estar atrelado a política, se for posso usar cor neutra - mentira não existe, pode ser outras funções desde que seja possível viver - no mínimo arcar com o custo que se tem para o trabalho. Me avise se souber, e-mail rodrigorochabc@gmail.com, se estivesse no Rio comprava O Globo 

Alguma comunidade que aceitaria? 

0% arrecadado na campanha 

rodrigorochabc@gmail.com 

07h30 horário de Brasília 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Ração pra Mari R$ 5 
+  outros gatos e uma ideia com prestação de contas, mas escrito na descrição pra eu saber 
Certa vez, apresentei a um político uma ideia de projeto similar à um de Brusque que com uma % da população, um projeto de lei poderia ser protocolado; esta porcentagem seria proporcional aos números de BC. Não foi aceito naquele momento. Na falta de papel timbrado, tenho pensado em fazer por aqui minhas próprias indicações, rs, e aceito sugestões sendo propositivas

Dia 3 de Fevereiro (Caymmi?)

Bom dia. Preciso de um emprego. Qualquer função, em qualquer lugar do Brasil, de preferência no Rio se alguém puder me ajudar

Se estivesse relacionado de alguma forma a política, eu não me importaria com a questão ideológica, embora fosse um sonho uma oportunidade com o Chico Alencar, como brinquei, mas é uma utopia boa. Assim como outros nomes do Rio, um infinidade. 

Teria que fazer um curriculum de forma pública. No lattes, devo ter tentado cinco faculdades não conclui nenhuma, estão no meu tempo ainda, mas montei minha própria escolinha e aos cinco anos já ensinava a ler - justo seria deixar registrado o depoimento do seu Salésio, que foi delegado em Balneário Camboriú, lembro dele contando essa história para pessoas quando criança, o que me fez dar valor. Não é preciso depoimento, um "dou fé" bastaria. 

Tô vindo de longe no curriculum. Em carteira assinada, ontem inclusive veio aqui nas lembranças uma foto que meu irmão tirou minha atendendo no meu primeiro emprego com carteira assinada aos 16 anos. No último, a carteira ainda está lá e poderia recomeçar de onde parei em diversos assuntos até porque novos vereadores já reapresentaram ideias da legislatura passada que valeriam. Porém, o foco é o Chico Alencar, a utopia. Tenho que ser honesto, que não é o utópico que me refiro, e incluir altos e baixos. Fazer isto como se pedisse ao Chico, que sequer está contratando, me traz confiança em tratar o tema; legitima falar para alguém de fora de BC, com transparência, e responsabilidade aos assuntos tratados. Vou parar de tomar o tempo de vocês e me concentrar neste curriculum, pra não atrapalhar seu feed vou usar o espaço que o blogspot dá e publicar nele já que estou considerando fazer isto de forma pública, o nome é rodrigorochabc, atualizo pouco, já editei outros blogs embora nunca blogueiro, só acessa se quiser, mas esse username vem de longe. 

Continuarei em posts

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Sabe o que seria legal? Uma rede social com o designer como o do Orkut onde as comunidades fossem os seguimentos artísticos-culturais previstos no plano municipal de cultura, como literatura, música, dança, teatro, audiovisual, artes populares e circo, artesanato, cultura alimentar, entre outras se esqueci. E discutir ali os temas. 

O poder público possui uma plataforma, a Pinc, que é ótima, mas poderia participar nesta forma como representação. Isto é assunto que deve ser discutido nas Câmaras Setoriais, e são, mas infelizmente a população num geral não participa considerando número de habitantes - e depois reclama, e é lá a primeira instância de política pública.

Trabalhei como coordenador de artes, maravilhosa experiência em 2017, lembro quando foi criada a fundação, quando trabalhei lá vi que muitas vezes o problema de falta quórum não era falta de interesse, mas organização. Sei que a Denize fez um bom trabalho na FCBC, inerente ao poder público,  se hoje as pessoas estão também conectadas em casa, por que não? Eu tinha ideias de políticas públicas pra cada área, algumas faltava apoio (quórum) e recursos para o que estava ao meu alcance, outras faltavam espaço, tinha que usar o teatro. Meu papel neste período tinha uma ambiguidade porque nas reuniões nas setoriais por exemplo (que se dependesse de algumas classes não aconteciam, e não cabia a mim cobrar) eu representava o poder público enquanto coordenador ao mesmo tempo que cobrava enquanto sociedade civil, sei que de fora estaria me criticando. Hoje componho o terceiro setor.  Muito melhor online no designer do Orkut. A sociedade precisa se organizar. Essa rede seria ótima, quem poderia nos ajudar?  Orkut Büyükkökten?

Esquecidas ou invisibilizadas?

As classes inferiores em BC são esquecidas como aquela avenida entre a Rocinha e São Conrado 

Alles Blaun


Vamos inaugurar um Movimento Literário?