domingo, 23 de setembro de 2018

Pesquisador encontra letra do hino nacional inédita escrita por Machado de Assis


Versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar aniversário de dom Pedro 2º


Machado de Assis fotografado por Marc Ferrez



Texto: Maurício Meireles
FOLHA DE SÃO PAULO

Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.

É  assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis. 

Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 —e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.

Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato —o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.

“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores, ou seja, versos de sete sílabas poéticas. O trecho também é o refrão da música.

O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro 2º. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano —o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.

“As pesquisas que tenho feito comprovam que há muitas coisas [de Machado] sabidamente perdidas, como peças dramáticas, e várias outras coisas cuja existência era desconhecida, como uma crônica anônima [que descobri]”, afirma Rissato.

Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um “esplêndido espetáculo”. 

“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”,  dizia o anúncio.

Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.

Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra —mas não cita o nome do autor dela.

“Enche o peito brasileiro/Doce luz, almo fervor,/ Ante o dia abençoado/ Do seu grande Imperador”, escreve Machado em outro trecho.

As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina.  No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868 —ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.



 

Edição do jornal O Constitucional, de 1867, com hino nacional escrito por Machado de Assis



A descoberta de Rissato também se soma à história dos hinos imperiais brasileiros. O primeiro deles, “O Hino da Independência”, foi composto por dom Pedro 1º em 1822. Depois da abdicação do imperador em favor do filho, em 1831, surgiria mais um, escrito por Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.

Houve mais um hino imperial, de data incerta e autor desconhecido —a referência mais antiga aos versos é uma partitura publicada em 1869, mas provavelmente ele foi escrito para a coroação de dom Pedro 2º, em 1841.

Assim, o hino de Machado se torna o quarto conhecido do império, antes da chegada do atual, já na República, escrito por Osório Duque Estrada.

Os versos foram compostos pelo autor de “Dom Casmurro” em uma época em que ele era principalmente poeta. Seu primeiro romance, “Ressurreição”, só viria em 1872. Já “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, só em 1881.

A produção poética de Machado é pouco conhecida, mas ele se dedicou a versos de ocasião —e não era a primeira homenagem que ele fazia à família imperial.
No aniversário de 30 anos de Pedro 2º, ele já havia composto um soneto para o monarca: “Nesse trono, Senhor, onde esculpido/ Tem a destra do Eterno um nome amado,/ Vês nascer este dia abrilhantado/ Sorrindo a ti, Monarca esclarecido!”.

Os versos permitem ver uma simpatia de Machado pela monarquia. Em 2015, descobriu-se, na fotografia clássica da missa campal pela abolição da escravatura, o rosto de Machado entre as figuras próximas à princesa Isabel —o que denota prestígio na corte.

Em 1867, mesmo ano em que escreveu o hino, o escritor seria nomeado para seu primeiro emprego ligado ao sistema monárquico, de assistente do diretor do Diário Oficial. Em 1873, o autor virou primeiro oficial da secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas —iniciando ali uma carreira de burocrata de toda a vida.

O achado se soma a outros realizados por Felipe Rissato nos últimos anos. O mais recente havia sido a descoberta do que agora é a última fotografia de Machado, feita meses antes de ele morrer.

Antes disso, ele já havia encontrado a única imagem do autor presidindo uma sessão na Academia Brasileira de Letras e uma crônica anônima dele sobre a morte da mãe.

Machado ficou órfão em 1849, aos nove anos, e, no texto, contava como corria atrás de borboletas azuis e colhia flores para dar a ela. “Eu sem ti, sem o perfume da flor que me fazia feliz e crente, chorarei sempre sem consolação; porque uma mãe perde-se uma vez e nunca mais se encontra”, escreveu na ocasião.

Agora, o desejo de Rissato é encontrar um poema de Machado intitulado “À S. M. a Imperatriz”, dedicado à imperatriz  Teresa Cristina e recitado nas festividades de 7 de setembro de 1889, a última comemoração da Independência antes de a República ser proclamada. Embora mencionado em publicações, o texto continua perdido.

sábado, 22 de setembro de 2018

Cultura Iorubá – A etnologia africana e afro-brasileira queimadas no Museu Nacional

Minha última publicação aqui neste blog foi sobre o Museu Nacional de Belas Artes, uma semana depois outro importante museu localizado no Rio de Janeiro sofreu um incêndio. Tivemos perdas irreparáveis e imensuráveis, e dentre elas uma importante coleção da cultura iorubá (o aspecto mais fartamente ilustrado deste acervo junto aos Bantus e Jeje Mahi) que são parte de nossa história. Mais que os detalhes e estudos referentes a teologia, se foi um legado da sociologia, da linguística, da antropologia. Em um momento que lutamos pela promoção da igualdade racial e valorização da cultura afro, bem como políticas públicas voltadas à cultura afro, deixo aqui o registro do que as chamas transformaram em cinzas, levando um pedaço de nosso passado de extrema importância para compreender o presente e suas relações com o futuro que as próximas gerações não terão a oportunidade de conhecer e tecer suas leituras acerca desta riqueza cultural. 

Máscara Gélédé. Fim do séc. XIX ou início do XX.
Origem: Yorubá. Nigéria e Benim.
Gélédéé – sociedade secreta feminina dos povos de língua Yorubá.
Museu Nacional, Rio de Janeiro

A coleção de etnologia africana e afro-brasileira do Museu Nacional era constituída por aproximadamente 700 objetos. Abrangia tanto exemplares produzidos por povos de diferentes regiões do continente africano quanto testemunhos das manifestações culturais dos descendentes dos povos africanos no Brasil. O núcleo de objetos africanos foi majoritariamente constituído entre 1810 e 1940, remetendo em sua origem às coleções das famílias reais portuguesa e brasileira, posteriormente enriquecidas por outros legados, compras e transferências. A coleção afro-brasileira, por sua vez, foi formada entre 1880 e 1950, a partir de um núcleo de objetos transferidos dos depósitos das forças policiais locais (responsáveis por confiscá-los, quando a prática do candomblé era proibida no Rio de Janeiro), à qual se somou a importante coleção de Heloísa Alberto Torres, constituída por itens adquiridos junto aos mais importantes terreiros de candomblé do Recôncavo Baiano ao longo da década de 1940.
O núcleo de etnologia africana abarcava, na maior parte, peças produzidas no século XIX pelos povos africanos da costa ocidental, englobando tanto etnias que não tiveram contato com o Brasil quanto outras historicamente relacionadas à diáspora africana nesse país. Incluía artefatos de uso cotidiano (adereços e trançados), objetos rituais (máscaras e estatuetas), instrumentos musicais (flautas, chocalhos, tambores, lamelofones), armas de caça e guerra, etc., ademais de peças que se destacavam pelo valor histórico ou pelo contexto em que foram adquiridas — como o conjunto de presentes ofertados ao príncipe-regente Dom João VI pelo rei Adandozan, do antigo Reino do Daomé (atual Benim), entre 1810 e 1811, que formou parte da coleção inaugural do Museu Nacional. A peça central do conjunto era o trono de Daomé, datado provavelmente da passagem do século XVIIIpara o XIX, uma réplica do assento real de Kpengla, avô de Adandozan. Completavam o conjunto de presentes uma bandeira de guerra de Daomé (mostrando as vitórias do rei Adandozan nas guerras contra seus inimigos), o par de sandálias reais, bolsas de coro, uma bengala de passeio, abanos reais e uma placa de tabaco.
Ainda no contexto de artefatos de origem africana, o museu conservava máscaras rituais de sociedades secretas dos Iorubás e Ecóis, exemplares da cestaria de Angola e Madagascar, bastões cerimoniais dos Côkwe, objetos musicais adquiridos junto ao rei de Uganda, estatuetas religiosas antropomorfas e zoomorfas, exemplares de alaka (tecidos africanos feitos em tear e importados da costa ocidental para o Brasil). Destaca-se, por fim, o conjunto doado ao Museu Nacional por Celenia Pires Ferreira, missionária da Igreja Congregacional da cidade de Campina Grande, em 1936. A coleção era composta por objetos de uso doméstico e ritual, coletados pela missionária durante sua estadia no Planalto Central de Angola entre 1929 e 1935.
O núcleo de etnologia afro-brasileira documentava hábitos, crenças e técnicas de produção dos descendentes dos povos africanos no Brasil, bem como o histórico de violência da escravidão, a repressão religiosa e as formas de organização social das comunidades negras no período pós-abolição. A religiosidade afro-brasileira era o aspecto mais fartamente ilustrado no acervo. Grande parte dos objetos religiosos encontravam-se originalmente nos espaços conhecidos como zungus ou terreiros de candomblé, locais de culto dos inquices (Bantus), orixás (Iorubás) e voduns (Jeje Mahi). Tais templos eram constantemente invadidos e tinham seus objetos confiscados e levados para os depósitos da polícia, como provas materiais da prática de rituais então proibidos. Por iniciativa do ex-diretor do museu, Ladislau Neto, esses objetos passaram a ser transferidos para a instituição, após o reconhecimento da importância histórica, sociológica e etnológica de tal acervo.
Um segundo importante conjunto de objetos no acervo de etnologia afro-abrasileira era proveniente da doação feita por Heloísa Alberto Torres, antropóloga e ex-diretora do Museu Nacional. Durante suas viagens à Bahia década de 1940, Heloísa adquiriu uma série de objetos nas principais casas de candomblé da região do Recôncavo, além de exemplares de artesanato, produção têxtil e da cultura popular, nomeadamente os orixás esculpidos em madeira por Afonso de Santa Isabel e as esculturas em cedro com pinturas a óleo adquiridas no Ateliê da Rua Taboão. O acervo ainda incluía peças feitas sob encomenda do próprio Museu Nacional, para figurarem na Sala de Etnografia Regional Brasileira, parte integrante da Exposição Permanente do Museu Nacional em 1949 (primeira mostra permanente de objetos e cultos afro-brasileiros, com o objetivo de apresentar as diferenças regionais da cultura nacional), como as bonecas de pano vestidas com trajes de orixás.


  Povo Iorubá. Máscara da sociedade secreta feminina Gelede, s.d.

 Trono do Reino do Daomé (século XVIII/XIX), ofertado a D. João VI pelo rei Adandozan

Boneca de pano com traje de orixá, feita para Exposição de Etnologia Regional de 1949

Povo Côkwe. Pente esculpido em madeira, s.d. 

Cultura afro-brasileira. Representações de Xangô e Bayani, s.d. 

      "Banquinho de igreja", assento para mulheres em casas de candomblé, s.d.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Museu Nacional de Belas Artes


Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia.
Tel:  (21) 3299-0600



Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o edifício de arquitetura eclética projetado em
1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal.

Criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes conjugou a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a ilha do Fundão. Neste mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte (Funarte) houve novo compartilhamento.

Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco, 199, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(IPHAN) e a partir de 2003, a imponente construção passou a abrigar na sua totalidade o MNBA.

Avançando na linha do tempo, em 2009 o MNBA foi incorporado pelo Instituto Brasileiro de Museus(IBRAM), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.

A bicentenária Coleção do Museu Nacional de Belas Artes se originou de três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro, em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821.

Percorrendo suas galerias, o visitante pode vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil desde os seus primórdios até a contemporaneidade.

Ocupando atualmente uma área de 17.000 m2, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira.



Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia.
Tel:  (21) 3299-0600


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Balneário Camboriú comemora os 200 anos da Colônia Nova Ericeira na quarta-feira


Fonte: http://anovaericeira.blogspot.com/2018/07/balneario-camboriu-comemora-os-200-anos.html?m=1

2018 é o ano do bicentenário da Colônia Nova Ericeira. Para comemorar a data, a Fundação Cultural de Balneário Camboriú promove uma roda de conversa na próxima quarta-feira (18), às 19h, na Galeria Municipal de Arte. A iniciativa faz parte das comemorações do aniversário de 54 anos de Balneário Camboriú. A entrada é gratuita.

A roda de conversa terá a participação de historiadores, pesquisadores e jornalistas de Itajaí e região. Entre eles Mariana Schlickmann (Balneário Camboriú), Cláudia Marisene (Balneário Camboriú) Magru Floriano (Itajaí), Isaque de Borba (Camboriú), Dieter Hans Kohl (Porto Belo) e Rogério Pinheiro (Navegantes). 

Além de Balneário Camboriú, as comemorações dos 200 anos da Nova Ericeira serão realizadas até novembro de 2018 em outras cinco cidades catarinenses. Bombinhas, Navegantes, Penha e Itajaí já receberam o evento.
A Galeria Municipal de Arte fica na Avenida Central nº 50, esquina com a Rua 300 (prédio do Teatro Municipal Bruno Nitz), Centro.

Nova Ericeira

A Nova Ericeira foi criada oficialmente no dia 25 de março de 1818, na Enseada das Garoupas, hoje Porto Belo. Mais de 300 pessoas vieram da Ericeira (Portugal) para povoar o litoral catarinense entre Governador Celso Ramos (Ganchos) e Itajaí. Sendo um projeto do governo português, a Nova Ericeira foi extinta após a Independência do Brasil. Balneário Camboriú e outras nove cidades fizeram parte da colônia.

O principal legado deixado pela Colônia Nova Ericeira pode ser encontrado hoje na pesca. Os pescadores ericeirenses trouxeram técnicas pesqueiras que foram passadas de geração em geração. A mão de obra qualificada no setor foi fundamental para o desenvolvimento pesqueiro catarinense. 

 Ericeira

Local de passagem e instalação dos fenícios há 1000 antes de Cristo, a Ericeira é uma vila turística situada a 35 km a noroeste do centro de Lisboa. Ericeira significa "terra de ouriços", devido aos numerosos ouriços do mar que podiam ser encontrados nas suas praias. O primeiro documento que faz referência à pesca é de 1229, quando foi criado o município da Ericeira.

A Ericeira hoje é um dos principais destinos turísticos de Portugal. A vila é a única Reserva Mundial de Surf da Europa e a segunda do planeta (a primeira foi criada em Malibu, Califórnia, Estados Unidos).

A Liberdade é Azul

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Lançamento do WiFi BC será na próxima terça-feira



A partir da próxima semana, a população de Balneário Camboriú contará com 11 pontos de internet sem fio gratuita em diversos locais da cidade (veja relação abaixo). O projeto Wifi BC será lançado na terça-feira (17), às 10h, na Praça Manoel Germano Corrêa, localizada na Avenida Palestina, Bairro das Nações. O evento faz parte do calendário de comemoração dos 54 anos da cidade.
"É mais um passo para a modernização de Balneário Camboriú. Serão disponibilizados pontos não apenas na região Central, mas também nos bairros para que os moradores e turistas possam acessar a internet sem fio. Começaremos com esses locais e pretendemos ampliar para outros. Isso tudo para deixar nossa cidade cada vez mais conectada", comentou o prefeito Fabrício Oliveira.
Além disso, a implantação da fibra ótica interconectará todas as unidades do Município, inclusive escolas e postos de saúde. A rede WiFi BC só poderá ser acessada após a autentificação do usuário na rede social e e-mail. "Os serviços obedecerão as regras do Marco Civil da Internet. Além de solicitar login para todos acessos realizados via hotspot, ainda serão filtrados sites maliciosos ou com conteúdo impróprio", explicou a secretária de Gestão Administrativa, Karine Gomes.
Cada hotspot comportará até 200 acessos simultâneos, com velocidade de 2 Mbps por usuário conectado, ficando disponibilizado 24 horas por dia. "Para que ocorra rotatividade dos cidadãos no uso do serviço, cada usuário poderá utilizar duas horas de forma continuada por dia", disse o diretor da Divisão de Tecnologia da Informação (DTI), Márcio Luis Catelan.
A rede será mantida pela DTI, com suporte dos serviços pela empresa XP Tecnologia, empresa que responsável pelo projeto.

Confira os pontos com WiFi BC:
  • Praça Almirante Tamandaré, Bairro Centro;
  • Deck Pontal Norte, Bairro Pioneiros;
  • Praça Molhe Barra Sul, Bairro Centro;
  • Praça da Cultura, Bairro Centro;
  • Praça do Pescador, Bairro da Barra;
  • Rua Paraguai esquina Avenida Palestina, Bairro das Nações (Esquina CEM Presidente Médici);
  • Praça Jardim Iate Clube, Rua Aurora, Bairro Iate Clube;
  • Teatro Municipal Bruno Nitz e Rua 200, Centro;
  • Centro Educacional Nova Esperança, Bairro Nova Esperança;
  • Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Parque Ecológico Raimundo Malta, Bairro dos Municípios.
_______________________
Informações Adicionais:
Secretaria de Gestão Administrativa
(47) 3267-7003
Diretoria de Comunicação
Jornalista: Kattiúcia Villain
Foto: Celso Peixoto 
(47) 3267-7137

quarta-feira, 11 de julho de 2018

1ª Mostra da Câmara Setorial de Música de Balneário Camboriú


Nesta terça-feira, 11, acontce a 1ª Mostra da Câmara Setorial de Música de Balneário Camboriú, realizada pela Câmara Setorial de Música de Balneário Camboriú.

A Câmara Setorial de Música é um importante fórum de discussão independente, de caráter consultivo, e vinculado ao Conselho Municipal de Política Cultural. 

Possui como principal finalidade a consolidação de um canal organizado para o diálogo, a elaboração e a pactuação permanentes entre a sociedade civil e a Fundação Cultural. 

Neste evento, trazemos alguns de nossos membros para apresentarem um pouco de seus trabalhos. 

- Graça Rocha e Robson Bueno (MPB)

- Thales Nunes e Ricardo Moura (música instrumental)

- Susi Brito e as Passarinhas (Grupo vocal - MPB) 

- Rafael Salvador (divulgando o seu novo disco "Doutro lado")


Após as apresentações musicais, haverá um bate-papo com os membros da Câmara Setorial, com o intuito de esclarecer dúvidas e divulgar a atuação da mesma. 

Realização: 
Câmara Setorial de Música de Balneário Camboriú 

Apoio: 
Conselho Municipal de Política Cultural de Balneário Camboriú 
Fundação Cultural de Balneário Camboriú 
Panificadora Graciola 
Padaria e Café Central

Confira o link do evento: 
https://www.facebook.com/events/1863578410406717/