Através de seus canais oficiais, foi publicado um pronunciamento em vídeo do Presidente Volodymyr Zelensky, detalhando os desdobramentos estratégicos da cúpula do Conselho Ucrânia-NATO realizada em Kiev.
O encontro, que contou com a presença física do Secretário-Geral Mark Rutte e de embaixadores de todos os Estados-membros da Aliança Atlântica, foi uma resposta contundente às recentes tentativas do Kremlin de intimidar missões diplomáticas ocidentais e forçar a sua retirada da capital ucraniana.
No pronunciamento à nação, o Presidente destaca os seguintes eixos centrais:
Blindagem Antibalística Imediata: A mensagem unânime da cimeira é a urgência em expandir o suporte militar à Ucrânia, especialmente com capacidades antibalísticas. Zelensky confirmou novas contribuições financeiras e de infraestrutura para a iniciativa PURL, programadas já para o próximo mês de junho.
Autonomia e Produção Europeia: O líder ucraniano adverte que a Europa possui o ecossistema fabril e técnico completo para produzir os seus próprios mísseis e sistemas de proteção. O que se exige agora é agilidade política, dado que "o tempo importa muito".
Roteiro para Ancara: A Ucrânia confirmou a sua representação de alto nível na próxima **Cimeira da NATO em Ancara**, focando os esforços em converter o encontro em resultados de defesa tangíveis.
A Guerra no Coração do Agressor: Zelensky estendeu um forte agradecimento às forças de segurança e inteligência (SBU, SBS, SSO, GUR e SZR) pela precisão das chamadas "sanções ucranianas de longo alcance", afirmando que as operações cirúrgicas estão a devolver o impacto do conflito diretamente ao território russo de onde a agressão se origina.
"A guerra que a Rússia iniciou contra a Europa é, na verdade, uma guerra travada contra todo o mundo democrático. Cada nação livre deve fazer a sua parte para travar a agressão", alertou o mandatário.
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