quarta-feira, 3 de junho de 2026

Ucrânia e NATO reúnem-se em Kiev após ameaças russas; Presidente Zelensky detalha em vídeo estratégia de defesa continental

Ucrânia e NATO reúnem-se em Kiev após ameaças russas; Presidente Zelensky detalha em vídeo estratégia de defesa continental

Através de seus canais oficiais, foi publicado um pronunciamento em vídeo do Presidente Volodymyr Zelensky, detalhando os desdobramentos estratégicos da cúpula do Conselho Ucrânia-NATO realizada em Kiev.

O encontro, que contou com a presença física do Secretário-Geral Mark Rutte e de embaixadores de todos os Estados-membros da Aliança Atlântica, foi uma resposta contundente às recentes tentativas do Kremlin de intimidar missões diplomáticas ocidentais e forçar a sua retirada da capital ucraniana.

No pronunciamento à nação, o Presidente destaca os seguintes eixos centrais:

Blindagem Antibalística Imediata: A mensagem unânime da cimeira é a urgência em expandir o suporte militar à Ucrânia, especialmente com capacidades antibalísticas. Zelensky confirmou novas contribuições financeiras e de infraestrutura para a iniciativa PURL, programadas já para o próximo mês de junho.

Autonomia e Produção Europeia: O líder ucraniano adverte que a Europa possui o ecossistema fabril e técnico completo para produzir os seus próprios mísseis e sistemas de proteção. O que se exige agora é agilidade política, dado que "o tempo importa muito".

Roteiro para Ancara: A Ucrânia confirmou a sua representação de alto nível na próxima **Cimeira da NATO em Ancara**, focando os esforços em converter o encontro em resultados de defesa tangíveis.

A Guerra no Coração do Agressor: Zelensky estendeu um forte agradecimento às forças de segurança e inteligência (SBU, SBS, SSO, GUR e SZR) pela precisão das chamadas "sanções ucranianas de longo alcance", afirmando que as operações cirúrgicas estão a devolver o impacto do conflito diretamente ao território russo de onde a agressão se origina.

"A guerra que a Rússia iniciou contra a Europa é, na verdade, uma guerra travada contra todo o mundo democrático. Cada nação livre deve fazer a sua parte para travar a agressão", alertou o mandatário.

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