Norte (Diagnóstico e Status Estadual): A região tem cobertura nominal de ~1/225 mil hab., sofrendo de falsa capilaridade por barreiras geográficas. Apresenta status Atingido em Rondônia, Roraima, Tocantins, Acre e Amapá devido à menor escala populacional, enquanto Pará e Amazonas seguem Em Transição (Déficit Logístico) pelo isolamento das calhas fluviais. A meta exige migrar de sedes convencionais para polos itinerantes, eAD de alta conectividade e alojamentos ribeirinhos.
Nordeste (Diagnóstico e Status Estadual): Exibe cobertura capilarizada (~1/220 mil hab.), cobrindo com sucesso os principais municípios-polo. O status é de meta Atingida em Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Maranhão, enquanto Ceará e Bahia estão Em Transição e Pernambuco registra Déficit Moderado em sua área metropolitana. A meta foca na sustentabilidade de custeio (OPEX), integração do transporte intermunicipal e combate à evasão.
Centro-Oeste (Diagnóstico e Status Estadual): Mantém cobertura equilibrada de ~1/195 mil hab., alinhada às cidades médias e ao vetor do agronegócio. O status de cobertura foi Atingido em Mato Grosso e está Próximo do Ideal em Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, onde há demanda reprimida nas Regiões Administrativas periféricas. A meta foca em interiorizar polos nas novas fronteiras agrícolas e alinhar os cursos à inovação agroindustrial.
Sudeste (Diagnóstico e Status Estadual): Registra o cenário mais desequilibrado do país, com média de ~1/450 mil hab. O Espírito Santo tem status de meta Atingida com forte capilaridade do IFES; Minas Gerais enfrenta Déficit Moderado no interior; o Rio de Janeiro registra Déficit Alto e São Paulo vive um Déficit Crítico (~1/986 mil hab.). A meta prioriza o aporte maciço de expansão física (CAPEX) nas periferias e regiões metropolitanas adensadas.
Sul (Diagnóstico e Status Estadual): Apresenta cobertura plena e consolidada (~1/180 mil hab.), servindo como referência nacional de distribuição geográfica. Santa Catarina tem status de meta Atingida (equilíbrio entre IFSC e IFC), o Rio Grande do Sul está Próximo do Ideal e o Paraná tem Déficit Moderado (compensado parcialmente pela UTFPR). A meta dispensa novas obras de grande porte, focando na modernização de laboratórios e no fortalecimento da pesquisa aplicada.
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