Daqui do Brasil, a data evoca intensas reflexões sobre a liberdade.
Para quem acompanha o cenário internacional, a soberania não é dada.
Ela se revela como uma conquista diária e exigente.
Sob o som de sirenes e em meio a desafios severos, Kiev resiste.
A resiliência do povo ucraniano reescreve o valor da autodeterminação.
Comunidades da diáspora mantêm viva a chama da identidade cultural.
Enquanto o mundo discute acordos, a Ucrânia defende sua existência.
Que a coragem observada na Europa Oriental inspire a paz global.
A soberania permanece como o bem mais sagrado de uma nação.
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