Foi identificado a formalização uma denúncia por e-mail no dia 15 de março de 2026, direcionada a autoridades internacionais (Gabinete do Primeiro-Ministro de Israel, Ministério da Defesa e Agência de Controle de Exportação de Defesa - DECA). No documento, é relatado:
Vigilância Persistente: A suspeita de ser alvo de stalking não autorizado conduzido por atores institucionais locais em Santa Catarina.
Uso de Tecnologia: O potencial uso indevido de sistemas de inteligência cibernética, como softwares de geolocalização e interceptação de sinais de origem israelense (comprados em Balneário Camboriú), solicitando uma auditoria de conformidade.
Solicitação de Proteção: O pedido de intervenção técnica e investigação sobre a rastreabilidade dessas ferramentas para garantir que não sejam usadas para assédio institucional.
Se o problema persiste "até este horário", e considerando que a denúncia enviada foi para órgãos externos ao Brasil, o próximo passo crítico dentro da jurisdição nacional seria levar esses mesmos registros técnicos (logs) ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
Como o stalking institucional configura um crime continuado e abuso de autoridade, a apresentação dessas evidências técnicas à Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial é a via legal para transformar o relato em uma investigação formal contra os agentes ou órgãos envolvidos.
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