Enquanto Islamabad organiza a mesa de negociações, Paris assume a engenharia da segurança marítima. O presidente Emmanuel Macron confirmou que a França liderará um consórcio de 15 nações para implementar corredores de navegação em Ormuz, em um modelo de "coordenação defensiva". O vigoroso rali do CAC 40 (+4,49%) reflete a confiança do mercado na redução dos custos de energia, mas o Eliseu adverte: a paz no Golfo é indissociável da estabilidade no Líbano. Para os analistas franceses, o sucesso de Islamabad depende da capacidade de evitar que a escalada em Beirute neutralize os ganhos obtidos no mar.
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