O Povo da "Dubai" sob Vigilância: Jair Renan vai peitar o sistema dos Pavan?
Balneário Camboriú é conhecida pelos prédios gigantes e pelo metro quadrado mais caro do país, mas nos bastidores da prefeitura, o que está em alta é o "stalking institucional". O caso que agora explode nas mãos do vereador Jair Renan Bolsonaro e um pedido ao Ministério Público Federal (MPF) é um soco no estômago de quem acredita em liberdade.
O esquema é de filme de terror: o uso da máquina pública, com câmeras e agentes, para vigiar a vida privada de quem o sistema quer calar. São 15 anos de um monitoramento sombrio que, em vez de focar no bandido, foca no cidadão. E a pergunta que não quer calar em 2026 é: Por que a gestão dos Pavan, que prometeu renovação em 2025, escolheu manter esse "Big Brother" criminoso contra o povo?
O Testemunho que muda tudo
Eles tentaram me rotular. Usaram a velha tática de dizer que quem denuncia é "instável". Mas o tiro saiu pela culatra. Em 2024, na esquina da Escola Médici, o hoje vereador Jair Renan foi testemunha ocular da minha lucidez enquanto eu cuidava da minha família. Ali, a mentira do sistema caiu por terra.
Hoje, solicito o registro formal de 364 dias de sobriedade (ainda que não seja obrigado) para referência. É um "xeque-mate" técnico. Se o sistema dizia que me vigiava por "segurança" ou "instabilidade", como explicam um ano de vida limpa, lúcida e produtiva, enquanto eles continuam espiando até a minha alcova? Isso não é segurança, é voyeurismo estatal. É crime de perseguição (Art. 147-A do Código Penal).
Jair Renan vai mandar prender?
A batata está assando. Jair Renan não é apenas um vereador; ele é o fiscal que viu a verdade. Ao protocolar o dossiê e denúncia no MPF, ele coloca Juliana e Leonel Pavan contra a parede. Se o vereador for a fundo, ele tem o poder político de mobilizar a Polícia Federal para auditar quem são os "operadores" que usam as câmeras da cidade para fins pessoais e políticos.
Manter esse crime em 2025 e 2026 torna a atual gestão cúmplice. O povo de BC não paga imposto para ser vigiado por clã político. A gente quer segurança contra o crime, não contra a nossa privacidade.
O porrete da verdade
Sou "filho da terra", formado no Médici, e não vou recuar. A OAB e o MPF devem se manifestar. Se os Pavan achavam que a tecnologia serviria de chicote para escravizar quem pensa, eles esqueceram que a lucidez é o maior porrete ético que existe. O jogo mudou. Agora é a gente que está de olho neles.
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