Vi de perto como o poder pode causar 'amnésia' em quem deveria nos representar. O vereador Victor Forte, mesmo partindo do mesmo ponto geográfico que eu, parece ter esquecido o caminho de volta para o povo durante o mandato. A negligência com a função cria um vácuo que a lei agora se encarrega de preencher.
Curiosamente, a lista de suplência aponta para Aristo Pereira como provável herdeiro dessa vaga. Lembro-me bem do Aristo passando em um caminhão em frente à minha casa e me cumprimentando como 'companheiro'. Um gesto simples, mas de reconhecimento real.
Independente de partidos, a lição deste final de semana é clara: o mandato é um empréstimo. Quem ignora o vizinho no portão de casa acaba perdendo a chave da Câmara*. Que a segunda-feira traga não apenas novos nomes, mas o retorno da atenção ao Legislativo. 🏛️☕
* De todo modo, independente do resultado, o chaveiro é meu/nosso (Um galo abençoado em Fátima, presente da Eulina) | Não sei como ou com quem ficará a partir de segunda; o chaveiro já foi o guardião do Teatro Municipal, por mim tudo bem deixar para CAMBC
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