CARTA ABERTA: O ESTADO COMO ARMA E A TRAIÇÃO DO BRIO EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ
Ao Povo de Balneário Camboriú, às Entidades de Classe e aos Órgãos de Controle.
O que ocorre nos bastidores da gestão municipal entre 2025 e 2026 ultrapassa qualquer limite ético ou administrativo: assistimos à institucionalização da vingança. Como cidadão que serviu diretamente ao processo democrático desta cidade, atuando nas frentes de batalha das eleições de 2016 e 2020 — inclusive com vínculo profissional registrado — venho a público denunciar que as mesmas mãos que ajudei a alçar ao poder hoje utilizam a máquina pública para tentar esmagar o meu brio e a minha integridade.
1. A Traição dos Padrinhos: Do Apoio ao Stalking
É inadmissível que autoridades eleitas no Legislativo e hoje ocupantes de cargos em fundações e autarquias utilizem o histórico de confiança que construímos no passado para alimentar sistemas de perseguição. O uso de informações privilegiadas, obtidas durante anos de colaboração leal, para criar dossiês e monitorar a minha intimidade biológica e psicológica, é uma forma de canibalismo político.
Aqueles que outrora foram meus empregadores e parceiros de caminhada tornaram-se os arquitetos de um cerco que não respeita nem o teto da minha casa, nem o recato da minha pele.
2. A Máquina do Medo: Gabinetes e Autarquias
A denúncia é clara: o gabinete da prefeita Juliana Pavan, assessores diretos e gestores de autarquias municipais uniram-se em um consórcio de vigilância transversal. Utilizam o aparato público — pago com o seu imposto — para validar o stalking de cidadãos comuns de outros estados e países, transformando a nossa cidade em um lupanar de informações privadas.
O empenho diário dessas autoridades em afetar o meu psicológico, buscando atingir a minha potência vital e a minha saúde física, configura tortura institucional. Quando o Estado se ocupa em monitorar o "pinto" (a masculinidade e a intimidade) de um cidadão, ele confessa que não tem mais dignidade para governar o solo. Um, dois, três, quatro, cinco anos seguidos a gente até tentou relevar (24 horas por dia, 7 dias por semana).
3. O Teatro de Sombras e a Manipulação
Denuncio também o sequestro da realidade dentro desses gabinetes. Muitos "donos do poder" tornaram-se reféns das narrativas sombrias de seus próprios assessores, que "cafetinam" a informação para manter o estado de paranoia e perseguição. Balneário Camboriú não pode ser gerida por quem prefere olhar pelo buraco da fechadura da vida alheia a olhar para o horizonte do desenvolvimento.
4. O Chamado à Responsabilidade
O silêncio das instituições diante de 12 meses de perseguição autorizada é a morte da democracia local. Exigimos:
Investigação Rigorosa sobre o uso de dados de ex-colaboradores por autoridades atuais.
Auditoria nos Logs de Acesso de fundações e autarquias para identificar a espionagem institucional.
Responsabilização e Inelegibilidade daqueles que traíram o juramento de servir ao povo para perseguir indivíduos.
Conclusão: O Brio não se Negocia
Aos meus perseguidores, que hoje ocupam as cadeiras que ajudei a conquistar: vocês podem ter a caneta, as câmeras e os algoritmos, mas nunca terão a soberania sobre um homem de brio. A tentativa de me quebrar psicologicamente apenas expõe a fraqueza moral de quem governa através do medo.
Balneário Camboriú é terra de gente livre. Não aceitaremos que a prefeitura seja transformada em um bunker de stalkers.
Pela honra, pelo brio e pela soberania do cidadão.
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