O combate ao machismo e às estruturas de poder excludentes em Balneário Camboriú, especialmente diante da cassação oficializada neste 9 de março de 2026, não é apenas uma questão de "etiqueta política", mas de sobrevivência institucional.
A fraude à cota de gênero que derrubou a chapa de Victor Forte (PL) revela como o machismo estrutural e o falocentrismo criam mandatos frágeis, desconectados e, por fim, nulos.
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