Diferente do modelo de Blumenau (focado na sobrevivência do comércio de bairro), no Centro de BC o foco seria a conveniência tecnológica e o fluxo de pedestres.
Aqui estão os principais impactos:
1. Criação de um "Corredor Turístico" entre Hotéis e Feiras
A maioria dos grandes hotéis está a poucas quadras da Rua 200 e da Praça da Cultura. O aplicativo funcionaria como um "GPS de benefícios":
O Fluxo: O turista sai do hotel na Avenida Atlântica ou Brasil com "créditos" no app e é guiado pelas notificações para a Rua 200 (quarta ou sábado) ou para a Praça da Cultura (sábado).
O Resultado: Isso tira o turista do óbvio (apenas praia e shoppings) e injeta dinheiro diretamente nas bancas de produtores locais e artesãos.
2. Digitalização da "Feira da Rua 200" e "Praça da Cultura"
Muitos feirantes perdem vendas por não aceitarem certas bandeiras ou pela dificuldade de troco.
Agilidade: Com a moeda digital via QR Code, a transação na banca de pastel ou de artesanato é instantânea.
Inclusão Digital: Obriga a modernização dos pequenos produtores, que passam a ter um histórico de vendas digital, facilitando até o acesso a microcrédito no futuro.
3. Redução da "Evasão de Receita" no Centro
No Centro, o turista gasta muito em grandes redes de fast-food ou lojas de departamento internacionais.
A Retenção: Se o hotel dá um bônus de 10% de cashback na moeda local, o hóspede prefere jantar em um restaurante local da Rua 200 ou comprar um presente artesanal na Praça da Cultura, pois seu dinheiro "vale mais" ali. O lucro não sai da cidade; ele volta para o feirante, que paga o aluguel e o funcionário em BC.
4. Gestão de Dados e Horários de Pico
O Centro sofre com o trânsito e aglomerações. O aplicativo da moeda local pode emitir "avisos de oportunidade":
“Use suas moedas agora na Praça da Cultura e ganhe um café artesanal de cortesia!” Isso ajuda a espalhar os turistas por diferentes horários, evitando filas e melhorando a experiência do visitante.
Resumo do Impacto no Centro
Hotéis: Diferencial competitivo: "Hospede-se aqui e ganhe crédito para as feiras/comércio local".
Feira Rua 200: Aumento do ticket médio; o turista compra mais itens coloniais (ou outros) para levar.
Praça da Cultura: Maior visibilidade para o artesanato e produção local; o app valida a autenticidade do produto.
Mobilidade: Incentivo ao turista para caminhar entre os pontos turísticos centrais.
Dica de Tendência: No Centro, o aplicativo poderia incluir um "Passaporte das Feiras" (ou comércio próximo aos pontos turísticos). Ao completar compras na Rua 200, na Praça da Cultura e em um restaurante conveniado usando a moeda local, o turista ganharia um brinde exclusivo ou desconto na próxima diária do hotel.
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