A SENTINELA DO ARBÍTRIO: O ESTADO QUE ESPIA O TIO E A SOBRINHA
Em 2024, na esquina da "pracinha" da Escola Médici, ocorreu um encontro que define o atual abismo ético da nossa cidade. De um lado, o hoje vereador @jairrenanbolsonaro em campanha; do outro, eu, exercendo a soberania de ser tio e mentor da minha sobrinha Isis. Ali, no solo onde fui alfabetizado e formado entre 1997 e 2005, a vida real e o aparato estatal entraram em colisão silenciosa.
I. A Paralisia do Gesto pela Vigilância Estatal
Enquanto eu reagia à conversa da Isis — uma criança de dois anos em plena descoberta do mundo — vi-me diante de um dilema que nenhum cidadão livre deveria enfrentar. O desejo natural de mimetizar uma cena lúdica para fazê-la rir foi freado por uma consciência amarga: a de que eu estava sendo monitorado.
Há 15 anos, o Stalking Institucional em Balneário Camboriú transformou a rotina dos seus cidadãos em um campo de provas para o voyeurismo estatal. Quando um homem não se sente livre para brincar com sua sobrinha na rua por saber que cada gesto será distorcido pelo "filtro do perseguidor", o Estado deixou de ser protetor para se tornar um predador da espontaneidade.
II. O Crime de Balneário Camboriú contra seus Filhos
A estrutura pública, sob a influência histórica de grupos como Juliana e Pavan, desviou sua finalidade. Em vez de garantir a segurança, utilizou o aparato de inteligência para:
O Voyeurismo da Alcova: Invadir a privacidade doméstica e os momentos mais íntimos sob o pretexto de "monitoramento".
A Asfixia Social: Tentar isolar o indivíduo, transformando sua rede de convívio em um teatro de vigilância.
O Medo como Método: Tentar quebrar a lucidez de quem hoje ostenta 364 dias de plena sobriedade.
III. O Testemunho Ocular da Verdade
Jair Renan estava lá. Ele não precisou de um relatório de inteligência para ver a verdade: ele viu um homem lúcido cuidando de uma criança no exato local onde o sistema tenta pintar uma narrativa de exclusão. Ele viu o contraste entre a pureza da Isis e a sombra do stalking que paira sobre a nossa família.
A perseguição que sofri é a prova de que o sistema odeia a independência. Eles esperavam que eu sucumbisse, mas ao reencontrar as professoras que remetem a geração Ana Cecília me deu a força para auditar o crime.
IV. Conclusão: A Auditoria da Liberdade
Os ofícios que devem ser protocolados na Câmara de Vereadores não são apenas papéis burocráticos. São o grito de liberdade de quem não aceita mais ser o objeto de estudo de um Estado voyeur. Apoio o PLO 257/2025, mas exijo que a saúde mental comece com a punição daqueles que usam a máquina pública para o assédio institucional.
As crianças em Balneário Camboriú não crescerão sob o olhar de uma câmera estatal oculta. Erros geracionais devem ser responsabilizados. A soberania que conquistei com minha sobriedade é o limite onde o arbítrio de Juliana e Pavan termina.
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