Em fevereiro de 2026, o Brasil não observa a democracia sendo atacada por tanques, mas sim por uma sofisticada engenharia de erosão. A ponte que liga a tentativa de golpe branco de 2022 — caracterizada pelo uso de minutas e pressões institucionais para reverter o resultado das urnas — à atual fragilidade do governo Lula é um processo contínuo de esvaziamento da autoridade do Estado.
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