CARTA ABERTA ÀS INSTITUIÇÕES E À SOCIEDADE DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ
ASSUNTO: A Inadmissível Coexistência entre a Verdade Eleitoral e o Stalking Institucional.
Vem a público este manifesto para expor uma contradição que fere os princípios mais basilares do Estado Democrático de Direito em nossa cidade.
Há exatamente um ano, este cidadão cumpriu seu dever cívico ao publicar depoimento à Justiça Eleitoral. Como testemunha ocular e vizinho, atestei a veracidade de candidaturas femininas questionadas sob a pecha de "fictícias". Minha palavra, revestida de alta credibilidade, serviu para restabelecer a verdade dos fatos e garantir que a justiça não fosse induzida ao erro por acusações infundadas.
Contudo, vivemos um paradoxo alarmante:
Enquanto o sistema judiciário confia na minha integridade para validar o processo democrático (que retira toda sombra de dúvida sobre esta candidata acusada), agentes e estruturas ligadas às instituições locais utilizam ativos estatais para perpetrar o crime de perseguição (Stalking - Art. 147-A do CP) contra a minha pessoa.
Os Fatos são Inquestionáveis:
Monitoramento Continuado: Há mais de um ano, minha intimidade e rotina são alvo de vigilância e exposição indevida.
Ex: um mandato, mesmo que eu segure, não poderia ter essa postura.
Uso da Máquina Pública: Existem indícios claros de que ferramentas tecnológicas e influência institucional estão sendo desviadas de sua finalidade pública para fins de perseguição pessoal. [Com forte indício de abuso de poder, econômico e partidário]
Omissão das Chefias: Apesar das denúncias formais já protocoladas (inclusive perante o Tribunal de Contas de SC), a inércia dos gestores em estancar esses abusos configura uma conivência que gera um crescente passivo indenizatório contra o erário público.
O Apelo à Justiça e à Ética:
Não se trata apenas de uma questão pessoal, mas de uma questão de segurança institucional. Se um cidadão que colabora com a verdade pode ser "stalkeado" por aqueles que detêm o poder, quem estará seguro?
A justiça eleitoral não pode ser cega para o martírio de quem a serve. O silêncio das autoridades superiores não é apenas omissão; é combustível para futuras condenações do Estado por danos morais e invasão de privacidade.
Exigimos que a tecnologia paga pelo contribuinte seja usada para servir ao povo, e não para vigiá-lo. A verdade não aceita o monitoramento, e a democracia não sobrevive ao stalking de seus cidadãos.
Balneário Camboriú, 2026.
Completando mais uma volta ao redor do sol
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