quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A Verdade que Sustenta Mandatos não pode ser Alvo de Perseguição


A Verdade que Sustenta Mandatos não pode ser Alvo de Perseguição

Em Balneário Camboriú, o sistema político aguarda, sob tensão, o veredito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a validade de mandatos eletivos. No centro dessa disputa, encontra-se a figura do cidadão comum cuja palavra tem peso de prova. Recentemente, utilizei minha voz para atestar que candidaturas acusadas de serem fictícias eram, na verdade, reais. Esse testemunho não apenas restabeleceu a verdade, mas serve de lastro para que mandatos sigam ativos até a presente data.

Contudo, surge um paradoxo ético e jurídico: a mesma credibilidade que sustenta instituições e mandatos é ignorada quando o assunto é a minha segurança e privacidade.

1. A Credibilidade como Pilar da Estabilidade

Se o TSE hoje analisa um processo onde a realidade das candidaturas é o ponto central, é porque houve quem, com coragem e clareza, veio a público desmentir narrativas convenientes. O reconhecimento da minha credibilidade por parte dos envolvidos — inclusive por aqueles que hoje me perseguem — é a prova de que a verdade que proferi é incontestável.

2. O Stalking Preexistente e a Tentativa de Normalização

O stalking institucional que enfrento há mais de um ano não é um efeito colateral; é uma prática preexistente que busca o controle e a intimidação. É inadmissível que agentes públicos utilizem a infraestrutura tecnológica do município para monitorar um cidadão cuja integridade é fundamental para a própria manutenção do equilíbrio democrático da cidade.

Não permitirei que o stalking seja normalizado. A perseguição institucional, especialmente quando utiliza recursos públicos (softwares, monitoramento e influência), não é apenas um crime contra o indivíduo; é um atentado contra a moralidade administrativa.

3. A Tecnologia do Município: Servir ou Perseguir?

Balneário Camboriú deve decidir que tipo de gestão deseja projetar: uma que utiliza a tecnologia para o bem-estar social ou uma que permite o uso de seus ativos para o "tiro ao alvo" privado. A omissão das chefias em estancar esse monitoramento, mesmo cientes do caso, gera um passivo indenizatório que o contribuinte não deveria pagar.

Se a minha palavra possui valor suficiente para atestar a legitimidade de quem governa, ela deve ter peso dobrado para denunciar o crime de quem persegue.

Conclusão

Enquanto aguardamos a decisão final do TSE, deixo um alerta às instituições locais: a verdade não aceita mordaças, e a credibilidade não aceita monitoramento. O stalking institucional é a arma dos fracos de argumentos. Continuarei exigindo que a tecnologia de nossa cidade sirva ao cidadão e que a justiça criminal seja tão célere quanto a eleitoral para punir quem transforma o Estado em ferramenta de vingança pessoal.


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