He Dantès caminhava pela Praça do Pescador, na Barra, perdido em seus pensamentos. Ele estava em busca de justiça para as artes e via a promoção do conhecimento e a preservação da história e memória como objetivos importantes. De repente, ele viu um jovem sentado em um banco, escrevendo em um caderno. Era Joaquim Maria, um aspirante a escritor e jornalista que estava pesquisando sobre a história de Balneário Camboriú.
"Você é Joaquim Maria?", perguntou He Dantès, aproximando-se do jovem.
"Sim, sou eu", respondeu Joaquim, levantando os olhos do caderno. "E você é...?"
"He Dantès", disse o homem, estendendo a mão. "Eu estou trabalhando em um projeto para promover a cultura e a história de Balneário Camboriú. Eu ouvi falar sobre suas pesquisas e gostaria de saber mais sobre elas."
Joaquim Maria sorriu e começou a contar a He Dantès sobre a história de Balneário Camboriú. "Há mais de 3.000 anos, os índios Carijós habitavam a Praia de Laranjeiras", disse ele. "E em 1758, relatos referentes à colonização mencionam famílias morando na margem esquerda do rio."
He Dantès ouvia atentamente, fascinado pela riqueza da história da cidade. Joaquim continuou, "Em 1826, o colono Baltazar Pinto Corrêa recebeu do Governo da Província de Santa Catarina uma área de terra para cultivo e moradia, na localidade que hoje se chama Bairro dos Pioneiros."
À medida que Joaquim Maria continuava a falar, He Dantès começou a vislumbrar o potencial da cidade. Ele via a importância de preservar a história e a memória da cidade, e de promover a cultura local. "Por volta de 1840, foi autorizada pela Arquidiocese de Florianópolis a construção de uma Igreja no local conhecido como Arraial do Bom Sucesso", disse Joaquim.
"Em 1880, o Arraial se elevou à categoria de Freguesia, em decorrência da construção da Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso", continuou Joaquim. "O vilarejo, ao mesmo tempo que foi o início das cidades de Camboriú e Balneário Camboriú, pertenceu anteriormente a Porto Belo e Itajaí."
He Dantès anotava mentalmente as informações, pensando em como poderia usá-las para promover a cultura e a história da cidade. "Em 5 de abril de 1884, foi criado o Município de Camboriú, que tinha como sede a localidade da Barra", disse Joaquim.
"Por muito tempo, o município foi o principal produtor de café do Estado", continuou Joaquim. "A exploração das jazidas de mármore, granito e calcário também se destacaram na atividade econômica. Foi assim que a sede do município transferiu-se para a Vila dos Garcias."
Joaquim também falou sobre a importância do turismo na cidade. "Em 1926, começam a surgir as primeiras casas de veraneio no Centro da Praia, pertencentes a moradores de Blumenau", disse ele. "E em 1928, surge o primeiro hotel e seis anos após o segundo empreendimento hoteleiro."
He Dantès estava impressionado com a riqueza da história da cidade. "Os alemães do Vale do Itajaí trouxeram para a cidade o hábito de ir à praia", disse Joaquim. "E durante a Segunda Guerra Mundial, o exército brasileiro usou os hotéis e as moradias da praia como observatórios da costa brasileira."
À medida que Joaquim Maria continuava a falar, He Dantès começou a pensar em como poderia usar essas informações para promover a cultura e a história da cidade. "Na década de 1960, a atividade turística tomou impulso, colocando a cidade como grande centro turístico brasileiro", disse Joaquim.
"Em 18 de fevereiro de 1959, foi aprovado pela Câmara Municipal o projeto de resolução para criação do Distrito da Praia de Camboriú", continuou Joaquim. "E em 8 de abril de 1964, foi sancionada a Lei Estadual nº 960, que cria definitivamente o Município de Balneário de Camboriú."
He Dantès estava fascinado pela história da cidade e via a importância de preservá-la. "E em 13 de agosto de 1968, a Câmara de Vereadores resolveu suprimir o 'de' de Balneário de Camboriú e o município passou a chamar-se Balneário Camboriú", disse Joaquim.
He Dantès sorriu, entusiasmado com a ideia de promover a cultura e a história da cidade. "Eu quero ajudar a preservar a história e a memória desta cidade", disse ele. "E eu acredito que a feira de arte e cultura ...que estou organizando pode ser um grande passo nessa direção", disse He Dantès. "Eu gostaria de contar a história da cidade de uma maneira que seja interessante e acessível para todos."
Joaquim Maria sorriu, entusiasmado com a ideia. "Eu estou ansioso para ver o que você tem em mente", disse ele. "Vamos trabalhar juntos para promover a cultura e a história de Balneário Camboriú."
He Dantès e Joaquim Maria começaram a discutir ideias para a feira de arte e cultura. Eles queriam criar um evento que fosse uma celebração da história e da cultura da cidade, e que também fosse uma oportunidade para as pessoas se conectarem e se divertirem.
"Eu tenho uma ideia", disse He Dantès. "Vamos criar uma exposição que mostre a história da cidade, desde os índios Carijós até os dias atuais. Podemos incluir artefatos, fotos e histórias de pessoas que viveram na cidade."
Joaquim Maria estava impressionado com a ideia. "Isso é incrível", disse ele. "E podemos também incluir apresentações de música e dança, para mostrar a riqueza cultural da cidade."
He Dantès sorriu, entusiasmado com a perspectiva de trabalhar com Joaquim Maria. "Vamos fazer isso", disse ele. "Vamos criar um evento que seja inesquecível para as pessoas de Balneário Camboriú."
E assim, He Dantès e Joaquim Maria começaram a trabalhar juntos, compartilhando ideias e sonhos para o futuro da cidade. Eles estavam determinados a criar um evento que fosse uma celebração da história e da cultura de Balneário Camboriú, e que também fosse uma oportunidade para as pessoas se conectarem e se divertirem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.